Celebridades Globo

Didi e Dedé se emocionam muito com nova versão de “Os Trapalhões” na Globo: “Eu, novamente, me senti em casa”

Dedeco, Mussa, Zaca, Didico e Didi dividem a cena: os novatos e o mestre do humor Foto: Ricardo Borges/Rede Globo/Divulgação

A partir desta segunda-feira (17) o público poderá acompanhar uma nova versão do eterno sucesso dos anos 80, “Os Trapalhões”. Didi e Dedé voltarão a eternizar momentos pra lá de nostálgicos em 9 episódios de 30 minutos desta primeira temporada que passarão a ser levados ao ar a partir de setembro na Globo.

“Esses meninos não interpretam a gente em cena, mas os sobrinhos e aprendizes de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. Por isso, ganharam outros nomes; parecidos, mas diferentes”, enfatiza Renato, que palpitou na escolha do novo elenco junto ao diretor Ricardo Waddington: “Eu entrei no túnel do tempo com essa turma aí. Nunca pensei em ver Mumuzinho, magrinho desse jeito, fazendo Mussum. Ele se destacou tanto! Ficou igualzinho… Lucas e Gui já eram do humor, vieram prontos. Agora, Gissoni não deu muito certo, não. Esse rapaz é muito bonito para se parecer com Dedé!”, disse o humorista. Dedé rebate: “Eu só era considerado o galã do grupo porque vivia rodeado por três caras feios pra caramba!”.

Elenco do novo “Trapalhões”. (Foto: Divulgação)

O fato é que as gravações dessa nova versão do programa que eternizou Didi, Dedé, Mussum e Zacarias deixou muita gente emocionada nos bastidores da Globo: “Eu me emocionei o tempo todo! Fiquei nervoso ao saber que ia voltar, mas, quando comecei a conviver com eles, foi tudo muito bom. A gente improvisava junto e eu, novamente, me senti em casa. Eu era tão fã do Mussum e do Zacarias, que às vezes me perdia nas cenas e ficava só olhando… Agora, com Mussa e Zaca, aconteceu o mesmo. Todos estão entusiasmados, tiveram muito boa vontade de fazer bem a coisa — detalha Dedé.

Renato salienta a união dos velhos e novos amigos: “Nós quatro éramos uma coisa só, indissolúvel. Para o telespectador, pode ser tudo engraçado, mas em mim tocou fundo quando refiz o quadro “Teresinha”, com a música de Chico Buarque eternizada por Maria Bethânia. Foi tão bonito! Mexeu demais comigo!”.

Com informações do jornal Extra.

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