10 anos após falir e fechar as portas, concorrente da Renner e Riachuelo renasce das cinzas no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tente não se impactar ao saber sobre a concorrente da Renner e Riachuelo, que após falência, renasce das cinzas no Brasil
E uma notícia acaba de pegar os amantes de moda no Brasil de surpresa, ao ser confirmado que uma grande concorrente da Renner e Riachuelo, renasceu das cinzas no Brasil.
Segundo as informações que foram divulgadas, uma década após falir e ver suas portas serem fechadas, a grande empresa agora tem uma volta triunfal.
Para melhor entender, estamos falando Mango. Surpreendentemente, 10 anos após ter declarado falência, a Mango volta ao Brasil por meio de uma parceria especial com a Dafiti.
Para quem não sabe, a Dafiti é uma empresa brasileira no segmento de comércio on-line de moda e lifestyle e filiais na Argentina, Chile e Colômbia. A empresa conta com mais de mil marcas e 110 mil produtos divididos em roupas, sapatos, acessórios, beleza, cama/ mesa/ banho e decoração.
Dito isso, a Mango, que é uma famosa marca espanhola está se reerguendo após fechar as portas há dez anos. Agora, os produtos da marca voltam a ser comercializados no site da Dafiti, e ela já promete desbancar as suas concorrentes, como a Rennde e Riachuelo.
A Mango, uma das maiores empresas do segmento de fast-fashion, volta ao Brasil e promete desbancar a concorrência (Foto Reprodução/Espn)
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Quando a Mango fechou suas portas?
Isto, pois, a Mango se destaca principalmente pela alta qualidade de seus produtos, bem como por causa da alta durabilidade que eles garantem, e pode acabar se tornando o terror de lojas como a Renner e Riachuelo.
A Mango fechou as portas da sua última loja no Brasil, mais precisamente em 2013, devido a crises. Na época em que fechou suas portas, o vice-presidente de desenvolvimento comercial da Mango Internacional, José Gómez, citado pela 'Folha de São Paulo', atribuiu à elevada burocracia brasileira e aos impostos à importação de bens as causas da decisão.