Prejuízo de mais de R$ 1 bilhão e venda definitiva: Heineken toma medida drástica e acaba de dar adeus em país
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Heineken confirmou que finalizou a venda das operações na Rússia para o grupo Arnest
Em agosto deste ano, a Heineken tomou uma medida drástica e deu adeus para um país.
Isso porque, a empresa teve um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão e precisou vender suas ações.
Em suma, a cervejaria confirmou que finalizou a venda das operações na Rússia para o grupo Arnest.
De acordo com informações do UOL, a Arnest pagou um euro, o equivalente a R$ 5,46, por todas as ações da Heineken.
Em março de 2022, a marca de cervejas iniciou o processo para deixar a Rússia, pouco depois da invasão da Ucrânia.
A empresa revelou irá arcar com o prejuízo de 300 milhões de euros, que equivale a R$ 1,5 bilhões, por transação.
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No ano passado, a Heineken paralisou as vendas na Rússia. No país, haviam sete cervejarias da marca.
Além disso, a empresa possuía 1.800 funcionários no país, que agora estão desempregados.
No entanto, os ex-funcionários receberão garantias de emprego pelos próximos três anos, segundo o UOL.
Heineken (Foto: Reprodução / Internet)
ADEUS DE MARCA EM PAÍS
EO da Heineken, Dolf van der Brink, falou sobre a venda e o adeus da marca no país russo em nota.
“Embora tenha demorado muito mais do que esperávamos, a transação garante o sustento dos nossos empregados e nos permite sair do país de maneira responsável”, disse o CEO.
Em seguida, Dolf van der Brink refletiu sobre a decisão de muitas marcas estarem deixando a Rússia.
“Desenvolvimentos recentes demonstram os desafios significativos enfrentados pelas grandes empresas industriais ao saírem da Rússia”, afirmou o CEO.
Unidade da Heineken (Foto: Reprodução / Internet)
ALÉM DA HEINEKEN, QUAIS MARCAS SAÍRAM DA RÚSSIA?
Desde o início da guerra com a Ucrânia, muitas marcas estrangeiras decidiram deixar a Rússia.
Além da Heineken, a Renault também vendeu parte dela em uma joint ventura. O McDonald’s decidiu entregar 800 lojas a um empresário siberiano.
A Coca-Cola também deixou o país em março de 2002. Desde então, os preços do refrigerante se tornaram muito caros no país.
Por conta dos conflitos políticos, Nike e o Starbucks também saíram do país.
Cervejas da Heineken (Foto: Reprodução / Internet)