32 bilhões pelos ares e falência confirmada no Fantástico: A quebra do 2° maior banco com calote absurdo nos clientes

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Logo do Fantástico / Falência - Montagem TVFOCO

Tudo sobre a falência de grande banco, confirmada no Fantástico, da Globo

Em 12/12/2022, a revista eletrônica da Globo, o Fantástico, confirmou a falência de um grande banco que acabou resultando em calote absurdo nos clientes.

Estamos falando sobre a falência da segunda maior corretora de criptomoedas do mundo, que provocou uma crise no mercado de moedas digitais.

De acordo com o que foi exibido no Fantástico, na época, a FTX, criada pelo americano Sam Bankman-Fried e avaliada em US$ 32 bilhões, deixou vários clientes sem o dinheiro investido depois que relatórios mostraram que ela estava emprestando dinheiro para a outra empresa do bilionário, a Alameda, investir em fundos de alto risco.

FTX (Foto Reprodução/Internet)

A notícia trouxe pânico aos clientes que, em apenas três dias, recebeu pedidos de retirada de US$ 5 bilhões.

Inclusive, o investidor brasileiro André Fauth, que começou a investir em criptomoedas em 2013, foi um dos prejudicados e ele perdeu tudo que tinha lá.

“O total era R$ 1 milhão que, para mim, é uma quantia bastante significativa. Perdi assim, de uma hora para outra”, disse ao Fantástico.

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FTX foi à falência no final de 2022 (Reprodução/Foto: FTX/Divulgação)

O que aconteceu com a FTX?

Em março deste ano de 2024, Sam Bankman-Fried, o fundador da empresa de criptomoedas FTX, foi condenado a 25 anos de prisão federal por fraudar clientes e investidores. A decisão foi de um tribunal de Manhattan. Além da sentença de prisão, o juiz também ordenou o confisco de US$ 11 bilhões, de acordo com informações do portal CNN Brasil.

Por fim, dados reunidos pelas autoridades indicam que a FTX tinha cerca de 15 milhões de clientes antes da falência. No total, eles têm direito a receber entre US$ 30 bilhões e US$ 35 bilhões em ativos perdidos.

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