Perigo: 60 produtos queridinhos dos brasileiros acabam de ser proibidos e podem estar na sua casa

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Produtos naturais foram proibidos (Foto: Reprodução/Freepik)

A Anvisa acaba de promover uma série de proibições e produtos podem estar nas casas de milhões de brasileiros

Pelo menos 61 produtos acabam de ser proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Uma lista de xaropes, chás e suplementos alimentares e vitamínicos não poderá mais ser vendida após uma fiscalização constatar uma série de irregularidades.

De acordo com o jornal O Dia, a proibição atinge consumidores de Guapimirim, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e de outras partes do Brasil. Todos esses produtos são produzidos e/ou registrados por duas empresas de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

Desta lista, 53 produtos são produzidos pela empresa Rodrigues & Florindo Saúde e Vida Ltda. ME. (CNPJ: 05.203.396/0001-98) e mais sete pela Dr. Candal Ltda. (CNPJ: 30.528.406/0001-02).

Entre as irregularidades estão: falta de identificação no rótulo de que se trata de um fitoterápico; falta de descrição sobre a funcionalidade do produto e falta de registro na Anvisa ou no órgão local de vigilância sanitária.

Agência proibiu mais de 60 produtos (Foto: Foto: Ascom/Anvisa)

MAIS PROBLEMAS

Além disso, há problemas de rotulagem fraudulenta com falsa informação de produto registrado na Anvisa ou também o caso de produto registrado como fitoterápico ou suplemento alimentar e que deveria estar na categoria de medicamento; falso registro de produto como alimento, quando deveria ser cadastrado como fitoterápico.

A Anvisa proibiu esses produtos que são feitos a partir de ervas para cura, tratamento e/ou prevenção de doenças baseadas na antiga cultura popular. Eles costumam ser vendidos em camelódromos e na internet, inclusive no popular site Shopee.

O QUE ANVISA DISSE SOBRE O ASPARTAME?

A Anvisa acaba de dar um parecer sobre a polêmica envolvendo o aspartame, que é um tipo de adoçante utilizado em mais de 90% dos tipos de refrigerantes dietéticos. De acordo com o jornal O Globo, a agência contrariou comunicado da Organização Mundial da Saúde (OMS) e afirmou que o consumo controlado do produto não oferece riscos de câncer em pessoas.

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