R$630 milhões e comunicado OFICIAL: A falência decadente de rival da HONDA após exigir o próprio fim
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Veja os bastidores da falência devastadora de empresas milionárias e comunicado sincero: "Nenhum investidor"
No dinâmico cenário da mobilidade, empresas que alcançaram um rápido crescimento enfrentam por vezes, um desfecho amargo, surpreendendo até mesmo seus clientes fiéis.
A situação se torna ainda mais complexa quando se trata do mercado brasileiro de bicicletas elétricas, setor em ascensão que agora compartilha espaço com gigantes do setor automobilístico, como a Honda.
Nesse contexto, duas renomadas empresas do setor de bicicletas que ganharam destaque dentro e fora do Brasil enfrentaram desfechos que você precisa conhecer; veja a seguir!
Empresa pediu a própria falência e deixa recado de despedida
Vela, de bikes elétricas, declara falência (Foto: Reprodução/ Internet)
A Vela Bikes, após seis anos de operação, pediu sua própria falência, encerrando as atividades no Brasil.
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A empresa atribui as complicações ao impacto da pandemia de Covid-19, que resultou em uma substancial queda nas vendas de bicicletas elétricas.
A situação se agravou em novembro de 2023, com a falta de compreensão e alinhamento de interesses entre os primeiros investidores.
"Nenhum investidor se dispôs a apoiar o negócio numa situação de risco e necessidade de recursos que temos mensalmente.", detalhou.
Diante da ausência de apoio financeiro e da necessidade urgente de recursos, a Vela optou por encerrar as operações e requerer a falência.
"A única alternativa, como forma de proteger os funcionários e minimizar os problemas para os nossos clientes, foi encerrar as operações e entrar com o pedido de falência”, explicou no comunicado.
Empresa com R$630 milhões em caixa teve falência decretada
Bicicleta Elétrica da fabricante de veículos VanMoof (Foto: Reprodução, Site da Empresa)
Outro episódio marcante é a falência abrupta da VanMoof, uma startup com nada menos que R$630 milhões em caixa.
Reconhecida por suas bicicletas de design minimalista e tecnologia avançada, a VanMoof experimentou uma trajetória curta devido a inúmeros fatores.
Dentre eles, erros de projeto, preços abaixo do custo para ganhar mercado e a competição acirrada no setor tornou a situação da empresa insustentável, informou a exame.
Além disso a VanMoof, assim como outras fabricantes, enfrentava um problema que ainda está em fase de compreensão e resultou até mesmo em mortes: as baterias que pegam fogo.
A empresa enfrentou a competição acirrada do setor, e seu colapso evidencia os riscos associados à inovação tecnológica e à crescente preocupação com a segurança das baterias de íon-lítio.
A VanMoof declarou falência em 18 de junho de 2023. A complexidade do negócio, somada aos incidentes de incêndios relacionados a baterias, levou à liquidação da empresa.
Por que as baterias elétricas podem pegar fogo?
As baterias de íon de lítio são amplamente utilizadas em veículos elétricos, incluindo bicicletas elétricas, devido à sua alta densidade de energia.
No entanto, elas apresentam riscos de incêndio associados a condições inadequadas de carga, como sobrecarga ou uso de carregadores incompatíveis.
Além disso, danos físicos e defeitos de fabricação podem levar ao superaquecimento e, eventualmente, ao risco de incêndio.