Falência e dívida de R$ 71 bilhões: A queda absurda de empresa alimentícia gigante e real situação hoje

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Marca de leites FAMOSA arrancada com urgência de mercados - Foto: Reprodução/Internet

Por muitos anos, a empresa foi líder de vendas nas prateleiras e se consagrou como uma das maiores marcas do ramo

Criada nos anos 60, a Parmalat construiu o império do italiano Calisto Tanzi, o chamado Magnata do Leite. Nas últimas décadas, a empresa alimentícia se expandiu mundialmente e dominou os supermercados.

O marketing sempre foi em torno do leite longa vida, divulgado como capaz de manter os nutrientes por até 6 meses. O dinheiro que entrou foi tão alto que a Parmalat começou a patrocinar, inclusive, a Fórmula 1.

Já no início dos anos 90, aqui no Brasil, a empresa alimentícia fechou uma parceria com o Palmeiras. E realmente, foi uma campanha de muito sucesso. Porém, anos depois, veio a queda que, até então, era inimaginável.

Gigante no ramo alimentício, a Parmalat sofreu uma queda à altura no mercado (Foto: Alexandre Battibugli / Veja)

Em 2003, a Parmalat entrou em uma enorme crise, após dizer publicamente que não tinha mais um saldo de R$ 21 bilhões, na moeda nacional, para se manter. A notícia caiu como uma bomba, principalmente para os acionistas.

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Calisto Tanzi, o italiano criador da empresa alimentícia, chegou a acumular dívidas que triplicavam este valor, chegando a R$ 71 bilhões. Mas, ainda assim, fraudou sua falência, escondendo da Justiça quadros de artes valiosas.

O empresário foi preso em 2011, condenado a 8 anos de prisão. Em 2022, ele morreu. Mas, antes disso, a Parmalat conseguiu voltar a comercializar seus produtos. Até hoje, existem processos judiciais para que a marca consiga se reerguer.

Hoje, a empresa Parmalat voltou a ser comercializada normalmente nos supermercados (Foto: Bianca Guedes / Jornal Extra)

Qual o maior supermercado no Brasil?

O Pão de Açúcar, que é brasileiro, é a 4ª maior rede no país, com um valor comercial de R$ 18,5 bilhões. No 1º lugar fica o grupo francês do Carrefour, com ações que chegam aos R$ 108 bilhões. Em 2º, aparece o Assaí Atacadista, seguido pelo Grupo Mateus.

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