Com intervenção do Banco Central, banco tradicional fecha as portas para sempre por falência
O Ceará, estado do nordeste brasileiro, famoso pelo seu impressionante litoral atlântico, já foi fundador de uma instituição financeira que já chegou a ter 28 agências em todo o país mas que foi levado a falência.
”Banco de Crédito Popular de Sobral”, anteriormente conhecido como “Banco Popular de Sobral”, foi estabelecido em 1927 pela Ação Social Católica. Posteriormente, em 1960, houve um aumento no capital social , com cerca de 10.000 ações, cada uma avaliada em Cr$100,00.
Os principais adquirentes de ações incluíam José Machado de Araújo, Raimundo Machado de Araújo e Manuel Machado de Araújo, todos eles comerciantes e residentes em Fortaleza.
QUAL BANCO TEVE ESTE TRISTE FIM?

BANCESA (Foto: Reprodução/ Internet)

BANCESA (Foto: Reprodução/ Internet)

BANCESA (Foto: Reprodução/ Internet)
Leia também
O Bancesa foi um banco brasileiro com sede em Fortaleza, capital do Ceará. O banco teve falência decretada em fevereiro de 2003.
Segundo informações da Folha de São Paulo, no ano de 1995, O Bancesa passou a enfrentar uma crise financeira com a perda do lucro inflacionário. Para compensar as dificuldades, o banco deixou de repassar ao governo R$ 132,8 milhões em impostos e contribuições de seus funcionários.
Manoel Machado de Araújo assumiu a diretoria do banco em 1963 com como presidente. A razão social foi alterada em 1964 para ‘Banco de Sobral S/A’ até 1969, quando passou a se chamar ‘Banco do Ceará S.A – BANCESA’ e por fim, mudou para ‘Banco Comercial Bancesa S/A’ nome este, usado até sua falência.
Integrou a sua diretoria estatutária, desempenhando o papel de diretor de expansão, Jackson Pereira, que desempenhou um papel fundamental no processo de crescimento da instituição, transformando-a em uma organização de alcance nacional.
Devido à sua notável diligência nos negócios, o banqueiro era conhecido como “Trator”. Em 1990, Pereira deixou a sociedade bancária e passou a concentrar-se em seu recém-conquistado mandato como deputado federal pelo Ceará.
Sofreu intervenção do Banco Central do Brasil em fevereiro de 1995, com passivos de aproximadamente 421 milhões de reais e ativos de 136 milhões levando à falência.
A falência foi decretada em 2003.Em 27 de janeiro de 2005 foi indeferido o pedido de declaração de nulidade de arrecadação dos bens da massa e deferida a sustação da venda dos bens imóveis.
Tópicos nesse artigo:
Autor(a):
Bruno Zanchetta
Sou Bruno Zanchetta, jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Há mais de 4 anos com experiência em redação jornalística, análise e métricas de SEO. Especialista TV Foco em matérias automotivas e esportivas, mas, escrevo um pouco de tudo. Triatleta e torcedor do São Bernardo Futebol Clube! Bruno Zanchetta no linkedin e meu e-mail profissional é: bruno.zanchetta@otvfoco.com.br



