R$2,23 bilhões na mesa: A venda colossal das Casas Bahia pelas mãos do Pão de Açúcar e novos donos chocantes
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Movimentação de uma das maiores varejistas do Brasil com envolvimento do Pão de Açúcar mexe com o mercado
Em 2019, segundo informações do Canal Tech, as Casas Bahia se envolveu em uma das transações mais emblemáticas do mercado varejista nacional.
E ainda por cima teve o envolvimento do Pão de Açúcar, mas vocês vão ficar sabendo de tudo que aconteceu e como está hoje em dia.
AS CASAS BAHIA FORAM VENDIDAS?
O Grupo Pão de Açúcar aprovou em 2019 a venda da Via Varejo, empresa que tem o controle de marcas como Ponto Frio e Casas Bahia.
As redes varejistas retornaram ao controle de Michael Klein, filho de Samuel Klein, que fundou o negócio, por meio de uma compra de ações com valor mínimo de R$ 4,75 cada uma.
A aquisição foi feita em um leilão na B3 e trouxe de volta as marcas que foram vendidas ao GPA em 2009. A oferta de Klein, que foi feita junto com fundos de investimentos, teve um valor total de cerca de R$ 2,23 bilhões. Os detalhes sobre o negócio, entretanto, não foram confirmados.
Casas Bahia (Reprodução: Internet)
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Casas Bahia (Reprodução: Internet)
Casas Bahia (Reprodução: Internet)
A confirmação do negócio veio depois de o Grupo Pão de Açúcar receber uma carta de Klein, afirmando que estaria disposto, juntamente com outros acionistas, a pagar no máximo R$ 4,75 por ação da Via Varejo.
Após negociação, esse foi fechado como o valor mínimo, devolvendo, então, o controle da Casas Bahia e do Ponto Frio a seus administradores originais, que venderam a empresa em 2009.
O movimento também veio como uma tentativa de recuperação das marcas, que no primeiro trimestre de 2019 teve prejuízo de R$ 49 milhões e perdeu mais de 22% de seu valor de mercado ao longo dos últimos 12 meses.
Em 2023, segundo o Infomoney, as Casas Bahia, em comparação com 2022, teve faturamento bruto das lojas físicas teve baixa de 2,7% em base anual, para R$ 4,98 bilhões no terceiro trimestre de 2023, enquanto a receita das lojas on-line alcançou R$ 2,85 bilhões, queda de 9,7%