Acidente, R$ 64 mil e confusão: Rodrigo Bocardi entra em briga de transito e tem nome levado a justiça
Rodrigo Bocardi teria intermediado negociações para arrumar carro de um homem, após sua esposa colidir na traseira do veículo
Rodrigo Bocardi lida com confusão após acidente de esposa
Nesta quinta-feira, 24, Alessandro Lo-Bianco paralisou o "A Tarde É Sua", da RedeTV!, para expôr uma briga de Rodrigo Bocardi com um jornalista, após sua esposa, Claudia Bocardi, bater no veículo do homem. O ex-contratado da Globo lidou com as negociações para pagar o veículo, mas acabou tendo o nome levado a justiça.
Claudia Bocardi teria batido na traseira do veículo de um jornalista e assumido a culpa. Mas, quem teria lidado com as negociações para arrumar o estrago seria Rodrigo Bocardi.
"Eu não trouxe os prints porque não precisa, mas tinha grosseria. Nas conversas, o garoto falou: 'Eu fiz três orçamentos para arrumar o carro variam de R$ 10 mil a R$ 15 mim'", disse o jornalista.
O ex-contratado da Globo teria exigido que o conserto fosse feito em um mecânico de sua confiança e teria sido grosso.
"O Bocardi falou: 'Eu vou levar para o meu mecânico, da minha confiança, e seu carro vai ser entregue daqui um mês'", afirmou Alessandro Lo-Bianco.
Desse modo, o homem teria entregado o carro para Rodrigo Bocardi levar até o mecânico. Porém, o homem teria ficado sem o veículo por quatro meses.
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"Ele desapareceu com o carro por 127 dia. O carro ficou sumido por quatro meses", disse o apresentador.
Por conta da demora, o garoto teria entrado na Justiça para pedir o seu carro e fazer uma liminar contra o ex-contratado da Globo
" Se ele não devolver meu carro vai pagar R$ 500 de multa. Magicamente, quando o processo ingressou, o carro devolvido. Carro tudo torto, horrível, fechava tudo torto", disse Alessandro Lo-Bianco.
O que Rodrigo Bocardi disse sobre a batida do carro?
De acordo com Alessandro Lo-Bianco, a equipe de Rodrigo Bocardi se pronunciou sobre o caso.
"Ele disse: 'Não tenho responsabilidade porque eu não controlo o mecânico. A defesa diz que não tem responsabilidade direta sobre os prazos e problemas da oficina. As falhas decorreram da logística do mecânico e disponibilidade das peças, e afirma que houve boa fé. Nega qualquer agressividade na tratativa", disse o jornalista.
Desse modo, após a confusão, o homem teria entrado novamente com um pedido na Justiça, pedindo uma indenização por danos morais e emocionais.
Além disso, o homem alega que precisou gastar com Uber durante os quatro meses em que ficou sem o carro.
De acordo com Alessandro Lo-Bianco, o homem pede uma indenização de R$ 64 mil.