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Ameaçado, ex-BBB e deputado Jean Wyllys decide sair do Brasil e atores da Globo se manifestam

Jean Wyllys (Foto: Divulgação)

O ex-BBB e atual deputado federal do Rio de Janeiro, Jean Wyllys decidiu, por medida de sua própria segurança, mudar-se do Brasil. Através da conta de sua rede social ele explicou o que o levou a tomar essa decisão. Alguns artistas, principalmente da Globo, se manifestaram na publicação do político e ativista social, um dos mais polêmicos do país.

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A atriz Bianca Bin comentou com um “emoji”  de coração. Monica Iozzi escreveu: “Obrigada por tanto, guerreiro querido!! Conte com a gente.” A atriz Mariana Ximenes colocou: “Triste tudo isso, mas estamos contigo”. A cantora Maria Gadu também se manifestou: “Te amo meu irmão”.

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Na legenda da sua publicação, Jean Wyllys escreveu: “Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores. Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé!”

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Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores. Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé! ✊ ************ "Com medo de ameaças, Jean Wyllys, do PSOL, desiste de mandato e deixa o Brasil" https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/com-medo-de-ameacas-jean-wyllys-do-psol-desiste-de-mandato-e-deixa-o-brasil.shtml Eleito pela terceira vez consecutiva deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro, Jean Wyllys vai abrir mão do novo mandato. Em entrevista exclusiva à Folha, o parlamentar —que está fora do país, de férias— revelou que não pretende voltar ao Brasil e que vai se dedicar à carreira acadêmica. Desde o assassinato da sua correligionária Marielle Franco, em março do ano passado, Wyllys vive sob escolta policial. Com a intensificação das ameaças de morte, comuns mesmo antes da execução da vereadora carioca, o deputado tomou a decisão de abandonar a vida pública. "O [ex-presidente do Uruguai] Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: 'Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis'. E é isso: eu não quero me sacrificar", justifica. De acordo com Wyllys, também pesaram em sua resolução de deixar o país as recentes informações de que familiares de um ex-PM suspeito de chefiar milícia investigada pela morte de Marielle trabalharam para o senador eleito Flávio Bolsonaro durante seu mandato como deputado estadual pelo Rio de Janeiro. "Me apavora saber que o filho do presidente contratou no seu gabinete a esposa e a mãe do sicário", afirma Wyllys. "O presidente que sempre me difamou, que sempre me insultou de maneira aberta, que sempre utilizou de homofobia contra mim. Esse ambiente não é seguro para mim", acrescenta. (Mais na matéria da FolhaSP que está no stories)

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GOVERNO DE BOLSONARO E AMEAÇAS DE MORTE

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) anunciou nesta quinta-feira, 24 de janeiro, que desistirá de seu terceiro mandato.

Em anúncio, Jean revelou que tomou esta difícil decisão após receber inúmeras ameaças contra a sua vida desde o início do governo de Jair Bolsonaro.

“Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores”, escreveu ele. Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé”, disse o político em sua rede social. Vale ressaltar que Jean era o único parlamentar assumidamente homossexual no Congresso.

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Jean está fora do país e não pretende retornar. Ele, segundo informações da Folha de São Paulo, irá se dedicar a sua carreira acadêmica, deixando sua vida política para trás.

“O [ex-presidente do Uruguai] Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: ‘Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis’. E é isso: eu não quero me sacrificar”, justificou Jean.

Jean disse que a decisão também foi tomada após as descobertas de que Flávio Bolsonaro contratou mãe e esposa dos milicianos envolvidos no caso do assassinato de Marielle Franco, que era sua correligionária. “Me apavora saber que o filho do presidente contratou no seu gabinete a esposa e a mãe do sicário”, afirmou Wyllys. “O presidente que sempre me difamou, que sempre me insultou de maneira aberta, que sempre utilizou de homofobia contra mim. Esse ambiente não é seguro para mim”, lamentou.

Jean Wyllys (Foto: Divulgação)
Jean Wyllys (Foto: Divulgação)

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