Ana Lúcia Torre comenta sucesso da novela das 9 e rasga elogios à interpretação Eriberto Leão

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

16/01/2018 22:56

3 min

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Adneia ente o filho e Cido. Foto – divulgação/Globo.

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Os próximos dias não serão nada fáceis para Adineia na novela das 9, O Outro Lado do Paraíso. Ela, que descobriu a homossexualidade do filho, no entanto, começará a optar entre Cido e a enfermeira Suzana, também conhecida como Suzy.

“Começamos a gravar as primeiras cenas dessa loucura. Imagina como vai ser essa casa com quatro pessoas tão diferentes e tão excêntricas? Nesse primeiro momento, Adinéia se alia ao Cido e os dois vão implicar com a Suzy, mas depois eu acredito que o jogo possa virar. Na verdade, a minha personagem só defende e protege o filho”, contou, entre risos, a atriz Ana Lúcia Torre ao Uol.

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Ela ainda comemorou e elogiou a atuação de Eriberto Leão, que vive o seu filho na novela: “Ele estava numa linha muito tênue entre o caricato e a dramaticidade, a autenticidade e segurou, defendeu bem seu personagem desde o início da novela. Fico muito feliz por ele porque não é sempre que um ator tem uma oportunidade como essa e o Eriberto que sempre fez o machão, o gostosão e o mocinho agarrou esse papel. Ele foi atrás, pesquisou e trabalhou intensamente nos ensaios”.

+ O Outro Lado do Paraíso: Adnéia convida amante do filho para morar em sua casa

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Ela ainda elogiou a sua personagem: “Gosto dela. Aliás, eu adoro fazer personagens divertidos e a repercussão dela junto ao público é muito boa. Vivo na ponte entre Rio e São Paulo e percebo que a reação bem positiva do público não só em relação a ela como a novela no modo geral. Isso nos dar muito prazer! Méritos do Walcyr [Carrasco, o autor] e do Maurinho [Mendonça Filho, o diretor]”. Mãe do músico .

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De forma mais pessoal, ela falou sobre como acha que seria se tivesse um filho gay: “Não seria um problema para mim ter um filho gay porque eu acho que todo mundo pode ser o que quiser quando é livre e é respeitado. Cristão, muçulmano, azul, vermelho, gay, hétero… Se a pessoa tem um bom caráter, ela vai ter uma vida de respeito”, disse a atriz que já ouviu de uma mãe que preferia ter um filho bandido a homossexual. “Essa é uma questão que ainda está muito arreigada nessa sociedade que tem o macho e a fêmea e quando isso acontece se esquece do ser humano”, disse Ana.

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