Fim de uma era e todos os voos cancelados: ANAC confirma o fechamento desses aeroportos incluindo SP e RJ
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Passageiros são pegos de surpresa com comunicado da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) sobre cancelamento de voos
O anúncio feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) confirmando o fechamento de importantes aeroportos, incluindo os de São Paulo e Rio de Janeiro, pegou todos de surpresa.
Esses aeroportos, por décadas, foram centros vitais de conexão e movimento, impulsionando o fluxo de passageiros e cargas não apenas nacionalmente, mas também internacionalmente.
Acontece que a ANAC cancelou o registro e a licença de operação de 28 aeródromos (pistas de pouso e decolagem) e helipontos privados em todo o país. A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 31 de janeiro de 2024, afeta locais em diversos estados, como São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Mato Grosso.
Os principais motivos para o fechamento dos aeródromos e helipontos foram:
- Inatividade por mais de seis meses: A ANAC pode cancelar o registro de um aeródromo ou heliponto. Mas só se este não for utilizado por mais de 180 dias.
- Falta de segurança operacional: A ANAC também pode cancelar o registro se forem identificados riscos à segurança da aviação civil.
- Descumprimento de normas: O descumprimento de normas federais, estaduais e municipais também pode levar ao cancelamento do registro.
Segundo o SBT News, a medida visa garantir a segurança das operações aéreas e evitar a proliferação de aeródromos e helipontos irregulares.
Quais locais foram afetados pela medida?
- São Paulo: Helipontos da Folha de S.Paulo, Itaú Unibanco e TV Mundial, além de outros aeródromos em fazendas e propriedades particulares.
- Minas Gerais: Aeródromos em cidades como Patrocínio, Uberlândia e Belo Horizonte.
- Roraima: Aeródromos em Boa Vista e outros municípios do estado.
- Mato Grosso: Aeródromos em cidades como Cuiabá, Rondonópolis e Sinop.
A lista completa dos aeródromos e helipontos afetados pela medida pode ser consultada no Diário Oficial da União.
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A ANAC ressalta que a medida não impede a abertura de novos aeródromos e helipontos privados, mas que estes devem seguir todas as normas e regulamentações para garantir a segurança das operações aéreas.