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Âncora do JN fica no meio de tiroteio em sequestro de ônibus no Rio e vê morte na sua frente: “Sangue frio”

Mariana Gross
Mariana Gross e o assalto do ônibus 174 (Foto: Montagem)

A âncora relatou que viveu momentos de tensão durante a cobertura do sequestro

Mariana Gross é uma das principais âncoras da Globo, ela comanda de forma fixa o RJ1, noticiário local da emissora, porém frequentemente ela apresenta o Jornal Nacional e nos últimos dias ela está substituindo a jornalista, Ana Paula Araújo no comando Bom Dia Brasil.

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À frente do Bom Dia Brasil, Mariana Gross tem sido elogiada pela sua performance no noticiário, com um perfil sério e bem contido a jornalista tem agradado a audiência do noticiário.

Mas o que poucos sabem é que a jornalista já passou por uma situação dramática ainda quando era estagiária na rádio CBN, afiliada a Rede Globo.

No podcast, Vida de Jornalista, Mariana Gross foi entrevistada por Rodrigo Alves e contou sobre o dia que participou da cobertura do assalto do ônibus 174 em 2000. Para quem não sabe o caso do sequestro do ônibus aconteceu no Rio de Janeiro, quando Sandro Barbosa entrou no veículo e fez todos os passageiros de reféns durante 5 horas e virou até história de filme.

Fato é que ela iria fazer uma reportagem sobre materiais escolares e acabou se deparando com o tal ônibus parado no meio da Avenida Brasil, uma das avenidas mais movimentadas do Rio de Janeiro.

Curiosa, Mariana foi saber o que estava acontecendo e acabou se deparando com o sequestrador Sandro Barbosa, ela imediatamente ligou pra a rádio e iniciou a cobertura do crime. Porém como estava muito próxima do local, ela teve muito contato com as vítimas e chegou a conversar com uma delas e com o próprio sequestrador.

Porém após 5h de longas negociações com a policia, o desfecho não foi nada feliz. Isso porque o bandido saiu do ônibus com uma refém, Geysa, que estava grávida e durante uma troca-de-tiros entre o sequestrador e a polícia, acabou sendo baleada por um policial e veio a óbito pouco tempo depois no hospital.

Mariana relatou que viu toda a cena no meio do tumulto de policiais e jornalistas, a âncora teve que se jogar no chão e viu Sandro e Geysa sendo carregados pela equipe de choque da polícia.

“Aquilo me chocou, vi uma morte a sangue frio…Aquilo me destruiu, mas a morte da Geysa me ensinou o que é ser repórter”, desabafou a âncora para Rodrigo Alves.

A entrevista completa pode ser ouvida através do link abaixo:

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Sobre o autor

Erick Martins