“Baleada na cabeça”: Âncora paralisa jornal da Globo com notícia de morte e deixa o Brasil abalado
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Âncora paralisa jornal da Globo com notícia de morte e deixa o Brasil abalado
Famosa âncora paralisa o jornal carioca da TV Globo, o RJ1, neste último sábado (17), com notícia de morte trágica, deixando milhares de telespectadores brasileiros abalados e comovidos com o terrível acontecimento no estado do Rio de Janeiro.
Portanto, durante a programação do jornal matinal da platinada, a apresentadora Silvana Ramiro anuncia com muita tristeza a morte da menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos de idade, que estava internada por 9 dias no CTI, no Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias.
A criança teria sido atingida por um tiro na cabeça em uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Arco Metropolitano, na altura de Seropédica, a vítima se manteve internada desde o dia 7 de setembro, mas segundo informações do boletim médico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, a mesma sofreu uma parada cardiorrespiratória irreversível e veio a óbito na manhã do dia 16 às 9h22.
“A gente abre essa edição do RJ1 com uma notícia triste, a menina Heloísa, de 3 anos, baleada por um agente da Polícia Federal Rodoviária, morreu nesta manhã”, informa a âncora no último sábado.
Diante disso, a PRF emitiu uma nota de pesar. "Solidarizamo-nos com os familiares, neste momento de dor, e expressamos as mais sinceras condolências pela perda", disse. A instituição informou ainda que a Comissão de Direitos Humanos segue acompanhando a família "para acolhimento e apoio psicológico".
Como ocorreu os disparos contra a criança?
De acordo com informações do jornal, no primeiro depoimento dos policiais prestado à Polícia Civil, o agente da PRF Fabiano Menacho Ferreira admitiu ter feito os disparos de fuzil que atingiram a menina.
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Fabiano Menacho disse que, disparou três vezes com o fuzil na direção do veículo Peugeot 207, pois a placa indicava que o carro era roubado, e a situação o fez supor que o disparo que ouviu veio do veículo da família de Heloísa.
Âncora Silvana Ramiro, RJ1 (Reprodução/Globo)
Caso Heloísa (Reprodução/Globo)
Heloísa dos Santos Silva, 3 anos (Reprodução/Globo)