“Agora”: O anúncio decisivo da Volkswagen ao entregar verdade sobre a ressurreição do Fusca após anos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Montadora alemã dá confirmação oficial sobre o retorno de um dos mais tradicionais carros no mundo
O mais especial e talvez um dos melhores carros já fabricados por uma montadora. Essa é a definição e um gosto pessoal sobre o Volkswagen Fusca.
Desenvolvido para ser de guerra, o carro fácil de dirigir, com mecânica simples e extremamente resistente virou um símbolo de hobbie para amantes de carros antigos.
O Fusca, no Brasil, deixou de ser um utilitário barato, com peças simples e mecânica fácil para qualquer um ter e se tornou uma peça de coleção.
Fabricado até 1994 nas versões antigas, o Volkswagen Fusca ganhou novas caras no final dos anos 2000 com o New Beetle.
Mas foi no novo fusca, no meio da década de 2010, que o carro ganhou novas caras, teve modernização do motor e parte interna, se tornou um ‘esportivo’ moderno da Volkswagen e não mais aquele carro com mecânica simples.
A VOLKSWAGEN VAI PARAR DE FABRICAR O FUSCA?
De acordo com informações do Motor 1, em junho do ano passado, a Volkswagen descontinuou o último Fusca em 2019 e não houve um sucessor direto até agora. Aparentemente, um Fusca elétrico não está sendo considerado no momento e isso parece ser uma questão puramente de marketing.
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O CEO da Volkswagen, Thomas Schafer, confirmou que o Fusca não está atualmente em consideração para um retorno. Não porque a Volkswagen não tenha recursos de desenvolvimento, dinheiro ou tempo para construí-lo, mas porque não faz muito sentido do ponto de vista de marketing.
Quando perguntado se o Fusca poderia voltar para a era moderna, Schafer disse: “Acho que não, porque há certos veículos que tiveram seu dia. Não faria sentido trazê-lo de volta. Eu não diria com 100% de certeza. Mas, agora, eu não consideraria. É o mesmo que aconteceu com o Scirocco: já teve seu tempo, depois houve um novo modelo baseado em uma reinterpretação. Fazer isso de novo? Acho que não. E continuar equilibrando todas essas tecnologias e os custos que estão associados a ele, você tem que investir o dinheiro no melhor lugar possível”.