Fraqueza e ganho de peso: Anvisa emite alerta sobre falsificação de 2 remédios populares e baixa PROIBIÇÃO
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tente não se impactar ao saber detalhes da proibição da Anvisa contra falsificação de 2 remédios populares
Antes de mais nada, é muito importante explicar que a Anvisa, que é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, se trata, em suma, de uma agência reguladora, sob a forma de autarquia de regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde.
Dessa forma, hoje vocês irão saber detalhes sobre o alerta da agência sobre a falsificação de 2 remédios populares com direito a proibição.
Bom, sem mais delongas, de acordo com informações do portal GOV.BR, a Anvisa alertou sobre falsificação dos medicamentos Tysabri® e Ozempic ®.
ANVISA (Foto: Reprodução / Internet)
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ANVISA (Foto: Divulgação/Internet)
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O que diz a agência sobre o assunto?
“A Anvisa alerta os profissionais de saúde e a população sobre a identificação de lotes falsificados dos medicamentos Tysabri® (natalizumabe) e Ozempic® (semaglutida). O Tysabri é indicado para tratamento de esclerose múltipla. Já o Ozempic é utilizado para tratar adultos com diabetes tipo 2″, inicia o comunicado.
Em seguida, a Anvisa explica sobre como identificar os produtos falsificados.
“Falsificação do medicamento Tysabri®, lote FF00336, validade 01/2026. A empresa detentora do registro, Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda., comunicou à Anvisa sobre a identificação, no Brasil, do produto biológico falsificado Tysabri® (natalizumabe), lote FF00336, válido até 01/2026. O referido lote foi produzido apenas para fins institucionais, e não comerciais, e possui características divergentes das constantes no medicamento original, como:
- erros de ortografia do endereço da empresa responsável pela importação e distribuição do produto no país;
- diferença na cor da faixa laranja e azul da embalagem;
- formatação das letras;
- ausência da inscrição em braille na embalagem.
A Anvisa publicou a medida preventiva (Resolução – RE 3.874/2023), que determina a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do produto falsificado”, diz.
“Falsificação do medicamento Ozempic®, lote LP6F832, validade 11/2025 . A Anvisa recebeu comunicado da empresa responsável pelo produto biológico Ozempic® (semaglutida) – Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. – sobre a presença de unidades, no mercado brasileiro, do lote LP6F832, válido até 11/2025. O lote não é considerado válido pela empresa e se trata, portanto, de produto falsificado”, explica.
Sendo assim, a Anvisa publicou a (Resolução – RE 3.945/2023), que determina a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do medicamento falsificado.
Inclusive, para quem não sabe, fraqueza é um dos sintomas que a pessoa pode ter caso use um medicamento falsificado e não trate a esclerose múltipla, além de fadiga intensa, depressão, alteração do equilíbrio da coordenação motora, dores articulares, disfunção intestinal e da bexiga.
Ainda é importante falar que o ganho de peso pode acontecer com o falso Ozempic, que além de ajudar na diabete ajuda a emagrecer. Dessa forma, se o medicamento não faz o seu efeito certo, ele também não irá ajudar no emagrecimento.
Por fim, salientamos ainda que de forma alguma, a falsificação é culpa dos fabricantes originais. Eles não tem responsabilidades sobre isso.