Pelo de rato, mosca e barata: Lei da Anvisa informa 3 produtos populares que podem conter insetos

A legislação da Anvisa estabelece limites para a presença de pelos de ratos e insetos em alimentos no Brasil.

16/02/2026 13:10

3 min

Anvisa informa 3 produtos populares que podem conter baratas, moscas e + (Foto: Montagem/TV Foco)
Anvisa informa 3 produtos populares que podem conter baratas, mo...
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A legislação da Anvisa estabelece limites para a presença de pelos de ratos e insetos em alimentos no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proíbe frequentemente extratos de tomate por excesso de pelos de roedores. Contudo, a legislação brasileira tolera a presença desses materiais biológicos em diversas mercadorias. A resolução RDC-14 determina a quantidade de fragmentos animais aceitável nos alimentos.

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Nesse sentido, o órgão governamental protege o consumidor ao limitar essas impurezas visíveis ou microscópicas. Antes de 2014, o Brasil não possuía regulamentação sobre esses limites de tolerância. Consequentemente, as empresas hoje seguem regras rígidas sobre partes de baratas, moscas e aranhas.

Três produtos populares e seus limites

O portal 'Jusbrasil' reporta que a Anvisa define parâmetros específicos para diferentes categorias de mantimentos. Por exemplo, cem gramas de molho de tomate podem apresentar legalmente um fragmento de pelo de roedor. Além disso, o mesmo produto aceita até dez pedaços de insetos diversos.

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Logo, outros itens também entram nessa lista de tolerância sanitária. A agência permite 25 fragmentos de insetos a cada cem gramas de geleias de frutas. Já a farinha de trigo suporta 75 fragmentos de insetos a cada cinquenta gramas.

Ademais, especiarias, chás e frutas desidratadas possuem margens de contaminação permitida. Embora a agência libere essas quantidades, os níveis existem apenas para matérias estranhas inevitáveis durante o processo fabril.

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A origem das impurezas industriais

A isenção total de fragmentos animais na produção de alimentos industrializados representa um cenário inviável. Porque os insetos habitam as lavouras e acompanham as matérias-primas durante a colheita.

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Adicionalmente, os animais interagem com os alimentos nas fases de transporte e de armazenamento. Porém, a indústria global adota essas margens de tolerância. Órgãos internacionais de controle aceitam níveis muito semelhantes aos parâmetros brasileiros.

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Punições e fiscalização das marcas

Quando a Vigilância Sanitária reprova um lote específico, a instituição notifica a empresa fabricante imediatamente. Por conseguinte, a marca infratora recolhe os produtos das prateleiras dos supermercados obrigatoriamente.

Caso a companhia descumpra a regra, o Estado aplica punições, cancelamentos de autorização e multas financeiras. A Anvisa proíbe o consumo e atua rapidamente assim que os testes identificam qualquer irregularidade.

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O consumo desses fragmentos prejudica a saúde?

Muitas pessoas questionam se a ingestão dessas impurezas causa doenças graves. A resposta tranquiliza o consumidor, pois os alimentos dentro dos limites legais não prejudicam a saúde humana.

Como as fábricas elevam a temperatura dos produtos durante o processamento, o calor mata a maioria dos microrganismos. Contudo, o cliente que compra um lote reprovado possui o direito de exigir o reembolso imediato. Assim, o comprador aciona o atendimento da empresa ou busca orientação jurídica.

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Hudson William é um profissional com ampla experiência em comunicação social na web, acompanhando os bastidores da televisão brasileira desde 2008. A partir de 2012, passou a integrar a equipe do portal TV Foco, onde atua como redator, produzindo matérias com responsabilidade e credibilidade. Ao longo de sua trajetória, assinou textos em diversas editorias — de televisão e entretenimento a esportes, atualidades e curiosidades — sempre com foco em informar e engajar o público digital de forma clara, ética e relevante.