Após ser advertido pela direção da Record, Paulo Henrique Amorim toma decisão surpreendente

[caption id="attachment_528405" align="aligncenter" width="690"] Os apresentadores do “Domingo Espetacular”. (Foto: Reprodução/Record)[/caption] A briga entre os apresentadores Paulo Henrique Amorim e Thalita Oliveira chegou até a direção de jornalismo da Rede Record. Thalita foi reclamar para Leandro Cipoloni, diretor de gestão de…

Os apresentadores do "Domingo Espetacular". (Foto: Reprodução/Record)

Os apresentadores do "Domingo Espetacular". (Foto: Reprodução/Record)

A briga entre os apresentadores Paulo Henrique Amorim e Thalita Oliveira chegou até a direção de jornalismo da Rede Record. Thalita foi reclamar para Leandro Cipoloni, diretor de gestão de jornalismo da Record, e Thiago Contreira, diretor de conteúdo de jornalismo.

É que Paulo não gostou de um 'tchauzinho' que a colega deu no final da gravação de uma chamada do "Domingo Espetacular", elevou o tom de voz e diminuiu a companheira de programa. Disse que ela estava querendo aparecer mais que os demais apresentadores.

As apresentadoras Patrícia Costa e Janine Borba saíram em defesa da amiga. Disseram estarem cansadas de sofrerem assédio moral de Paulo Henrique nos bastidores da atração. Já Paulo reclama da demora delas para se maquiarem e afirmou que elas o deixam esperando para gravar.

+ Saiba o motivo da briga entre os apresentadores do “Domingo Espetacular”

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Para o site Notícias da TV, Paulo se explicou, assumiu a culpa e pediu desculpas. Confira:

"Eu considero que esse episódio é lamentável, que a reação das minhas colegas foi desproporcional, que deve ter como substrato algum tipo de ressentimento que não se justifica pelo o que fiz. Tenho a dizer que a minha reação foi para preservar meu papel de apresentador do Domingo Espetacular, que não tenho nada contra os desejos e as idiossincracias das minhas adoráveis colegas, desde que respeitados os meus direitos. Lamento muito e peço desculpas se fui exagerado, mas sempre de maneira segura e severa resguardarei o meu trabalho como jornalista, como faço desde 1961, quando iniciei na profissão. Não seria agora que renunciaria aos meus direitos profissionais", disse ele.

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