Assumidamente homossexual, Bruna Linzmeyer dispara: ‘Todo mundo foi gay na história’

[caption id="attachment_465798" align="aligncenter" width="700"] Bruna Linzmeyer (Foto: Divulgação)[/caption] A atriz Bruna Linzmeyer que atualmente vive a personagem Cibele na novela "A Força do Querer" admitiu que sofreu preconceito após ser flagrada com a namorada Priscila Visman e assumir o namoro…

07/07/2017 09:47

2 min

Bruna Linzmeyer (Foto: Reprodução/Globo)
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Bruna Linzmeyer (Foto: Divulgação)

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A atriz Bruna Linzmeyer que atualmente vive a personagem Cibele na novela “A Força do Querer” admitiu que sofreu preconceito após ser flagrada com a namorada Priscila Visman e assumir o namoro com a moça. Apesar dos comentários contrários, a atriz disse que acredita que a questão da sexualidade vem ganhando mais espaço:

“Fico muito feliz se eu estiver. Porque a questão está muito mais avançada. Acho que a própria Gloria (Perez) está tratando isso na novela (‘A Força do Querer’). A questão de gênero e sexualidade está muito mais ligada aos trans do que ser gay ou não. Todo mundo foi gay durante toda a história da humanidade”, declarou em entrevista ao “TV Fama”.

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Alvo certeiro de comentários homofóbicos na internet, Bruna disse não se importar: “Quem me interessa, me respeita. E é isso que importa”, disse. A atriz continuou: “Eu já sofri, mas o preconceito que as pessoas sofrem de verdade por ser gay, que são mortas, que são marginalizadas, perdem emprego, isso é muito sério. O preconceito que eu sofro…”, disse ela salientando que há pessoas que sofrem muito mais preconceito por causa da sexualidade do que ela.

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Bruna beija a namorada. (Foto: Extra)

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Em recente entrevista para o jornal Extra, Bruna também falou sobre as variações de relações: “Funcionaram muito bem, tanto os abertos quanto os fechados. Acredito em relacionamentos monogâmicos e poligâmicos, conheço gente de todo tipo. Você só tem que entender o que quer naquele momento com aquela pessoa. Mas, mesmo numa relação monogâmica, o fato de você estar casada ou namorar alguém não quer dizer que essa pessoa te pertence, nem você a ela. É sempre bom preservar o respeito pelo outro”, disse ela.

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Ela ainda revelou: “Gosto de homens, de mulheres, de pessoas. Eu me apaixono e me interesso pelo ser humano, não importa que gênero ele tenha. Não há o que esconder. E, se alguém não quiser trabalhar comigo por preconceito, eu vou achar até bom”.

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Autor(a):

Eu sou Aaron Tura, publicitário e jornalista formado nas Faculdades Integradas Rio Branco. Atuo no mercado de TV desde 2010 sendo um grande admirador da área de atuação de TV e Famosos, com experiência em portal de notícias e na TV. Posso ser encontrado em minha rede social @aarontura no Instagram