Atores de Entre Irmãs falam sobre gravações da trama: “Experiência mágica”

[caption id="attachment_580067" align="aligncenter" width="640"] Cena da série Entre Irmãs (Foto: Divulgação)[/caption] A Globo está se especializando em transformar filmes em minisséries. Exibida na semana passada na programação da emissora, Entre Irmãs foi mais uma adaptação que foi do cinema à…

Cena da série Entre Irmãs (Foto: Divulgação)

Cena da série Entre Irmãs (Foto: Divulgação)

A Globo está se especializando em transformar filmes em minisséries. Exibida na semana passada na programação da emissora, Entre Irmãs foi mais uma adaptação que foi do cinema à televisão. Com um diferencial: foi pensada desde o início para também ser uma série que, contou, inclusive, com trechos inéditos.

Um dos cenários mais marcantes visto pelos telespectadores na produção foi o sertão nordestino. Mesmo tratando-se de um trabalho, o momento de gravações foi bastante mágico para os atores. Rômulo Estrella, por exemplo, contou ao site Gshow que ficou encantado com a cidade de Piranhas.

“Meu primeiro contato com o Rio São Francisco foi muito potente. Um momento muito especial para mim, porque eu não tinha a dimensão da força daquele lugar. Navegar naquelas águas foi importante para eu entender a força daquele lugar e como aquele rio é importante para quem vive no entorno”, revelou.

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Com Júlio Machado não foi diferente. Descrevendo todo o processo de gravação do filme como uma experiência mágica, ele revelou que os cangaceiros serviram como inspiração para o elenco.

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“Todo o tempo em que estivemos lá foi marcado por um silêncio intenso e curioso, como se pudéssemos sentir, através da imaginação, o desenrolar dos acontecimentos ali, da maneira como foram narrados. Foi uma experiência mágica, de arrepiar”, revelou o ator global.

Nanda Costa também não deixou de dar sua opinião sobre as gravações do longa. Ela chegou a ficar bem perto de um bicho perigoso, o que foi bastante assustador.

“Estávamos num horário de descanso e fui tirar foto de uma aranha muito diferente, esquisita, que eu nunca tinha visto na vida. Eu cheguei com um celular e falaram para eu tomar cuidado, pois a aranha jogava um veneno à distância e que podia gangrenar meu braço”, disse.

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