Atriz com nanismo lamenta não ter namorado e faz revelação sobre gravações: ‘Marieta Severo veio chorando’

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

15/11/2017 10:42

3 min

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Juliana Caldas está em O Outro Lado do Paraíso (Foto: Reprodução)

Juliana Caldas está em O Outro Lado do Paraíso (Foto: Reprodução)

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A atriz Juliana Caldas fez sua estreia nas novelas já com direito a triângulo amoroso na próxima fase de O Outro Lado do Paraíso.

A trama avançará 10 anos no tempo, e sua personagem será disputada por Amaro (Pedro Carvalho) e Juvenal (Anderson Di Rizzi). “Fico feliz pela Estela, que vai ter alguém, enquanto eu ainda não tenho”, lamenta a atriz em entrevista para o jornalista Daniel Castro.

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Sem namorado na vida real, ela declara que mostrar o amor é sempre bem-vindo. Juliana trabalhava com teatro infantil até passar nos testes para a novela. A mãe dela possui estatura normal, mas seu pai e irmão têm nanismo.

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“Nunca tive problemas em casa, mas a gente vive o preconceito na sociedade. É a acessibilidade que não existe, o que para mim é um preconceito, o pessoal caçoar de você por ser anã, debochar. Não tem problema me chamar de anã, o problema é o tom pejorativo que alguns usam”, comenta.

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Chamada de “monstrengo” pela mãe fictícia, Sophia (Marieta Severo), Juliana conta que mexeu com seu emocional as primeiras cenas e faz revelação sobre os bastidores da trama com a veterana.

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“Dói. Durante as preparações, teve uma vez em que eu ouvi a Marieta falar e fiquei mal. Ela começou a falar coisas absurdas, eu comecei a chorar, sentindo aquilo que ela estava falando. No final, a Marieta veio chorando porque, para ela, também doeu falar. Foi tudo lindo. Era isso que a gente precisava para começar a interpretar”, declara.

A atriz diz ainda que Estela é a pessoa mais sensata daquela família, o que mostra que ser anã é também ser uma pessoa normal. “O jeito que ele [o autor] aborda a personagem, é algo muito real. Sem caricatura. Falar do nanismo é mostrar que somos pessoas que têm uma deficiência, mas antes de tudo, somos seres humanos”, opina.

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Além de Juliana, o ator Pedro Carvalho adianta que ele será como um príncipe de conto de fadas. Seu personagem formará um triângulo amoroso com Estela e Juvenal (Anderson di Rizzi).

O intérprete entra na segunda fase como Amaro, um português que chegará ao Jalapão para negociar pedras preciosas no garimpo de Sophia. A essa altura da trama, Estela estará morando em uma casa que a mãe construirá lá.

Ele descobrirá a história de rejeição da filha de Sophia e iniciará uma amizade com a moça. Ela, por sua vez, estará namorando com Juvenal, um lapidador de pedras preciosas interpretado pelo ator Anderson Di Rizzi.

“Entro na segunda fase, a partir do capítulo 34. Faço um cara que chega de Portugal, galanteador, muito romântico. A personagem da Juliana Caldas vê nele um príncipe encantado da Disney, e ele chama a atenção das mulheres. É interessante o autor ter escrito um cara que se apresenta de forma lúdica e tem um romance com uma pessoa que ninguém considera normal”, diz Carvalho.

O ator português esteve em Escrava Mãe, da Record, no ano passado, e conseguiu o papel na novela da Globo assim que voltou para o Brasil em junho deste ano. “Meu personagem é um presente porque também é muito polêmico, misterioso, além desse triangulo amoroso que vai dar o que falar”, opina.

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Formado em jornalismo, fui um dos principais jornalistas do TV Foco, no qual permaneci por longos anos cobrindo celebridades, TV, análises e tudo que rola no mundo da TV. Amo me apaixonar e acompanhar tudo que rola dentro e fora da telinha e levar ao público tudo em detalhes com bastante credibilidade e forte apuração jornalística.