Informe do Banco Central deve ser lido por clientes com cartões de crédito Nubank, Itaú e mais hoje (04/03)

Alerta do Banco Central: Clientes do Nubank, Itaú e outros bancos precisam saber o que fazer para se proteger e evitar cair em armadilhas.

04/03/2026 10:00

4 min

Alerta do Banco Central atinge quem tem cartões de crédito do Itaú, Nubank e mais (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco/Canva/Lennita/Internet)
Alerta do Banco Central atinge quem tem cartões de crédito do It...
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Alerta do Banco Central: Clientes do Nubank, Itaú e outros bancos precisam saber o que fazer para proteger suas contas e evitar cair em armadilhas digitais

Não é nenhuma novidade que a segurança do seu patrimônio digital exige uma vigilância constante, especialmente em um cenário onde as táticas de fraude evoluem na mesma velocidade da tecnologia.

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Pensando nisso, um informe do Banco Central, o qual deve ser lido agora por clientes que fazem uso de cartões de crédito das principais financeiras e bancos como Nubank, Itaú e mais, traz um alerta pertinente sobre essa situação.

Inclusive, vale destacar que o BC atualizou as diretrizes de proteção contra a crescente onda de crimes cibernéticos.

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Em um comunicado que prioriza a prevenção, o órgão detalhou como as quadrilhas estão se infiltrando na rotina de usuários de grandes instituições para realizar saques e compras indevidas, reforçando que o conhecimento é a barreira mais sólida entre o seu dinheiro e o criminoso.

Ou seja, independente de você utilizar um banco tradicional ou uma fintech, a responsabilidade com os dados sensíveis define a preservação do seu limite de crédito.

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A anatomia do crime:

Em suma, a maior parte dos prejuízos atuais não ocorre por falhas nos sistemas de segurança dos bancos, mas por manipulação psicológica.

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O chamado “golpe da falsa central” lidera as estatísticas de reclamações:

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  • Primeiramente, o criminoso liga para o cliente fingindo ser um funcionário do setor de segurança do Nubank, Itaú ou de outras bandeiras;
  • Eles utilizam tons de urgência, alegando que uma compra de valor alto acaba de ser retida por suspeita de fraude;
  • Sob pressão, a vítima acaba fornecendo senhas, códigos de verificação (SMS/Token) ou até realizando transferências para “contas de segurança” que, na verdade, pertencem aos golpistas.

No entanto, nenhuma instituição financeira solicita senhas, tokens ou o envio de cartões físicos por motoboy.

O que o cliente deve fazer após identificar uma fraude bancária?

Se você percebeu uma transação suspeita na sua fatura hoje, o tempo é o seu maior inimigo. O Banco Central estabelece um rito obrigatório para aumentar as chances de ressarcimento e bloqueio dos valores:

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  • Bloqueio imediato: Utilize o aplicativo oficial do seu banco para congelar o cartão antes mesmo de ligar para o atendimento;
  • Contato com o emissor: Comunique formalmente o banco (Nubank, Itaú, Bradesco, etc.) sobre o ocorrido. Anote o número do protocolo, pois ele é a sua garantia jurídica;
  • Boletim de Ocorrência (B.O.): Registre a queixa na Polícia Civil, preferencialmente por meio das delegacias virtuais. O B.O. é um documento indispensável para as análises de contestação;
  • Acione a credenciadora: Sempre que possível e em caso de compra presencial, informe a empresa responsável pela “maquininha” onde a compra foi passada. Elas possuem o poder de reter o repasse do dinheiro para o lojista fraudulento.

Um último recurso:

Mas, caso o seu banco apresente uma resposta insatisfatória ou negue o ressarcimento em situações de fraude comprovada, o cidadão deve registrar uma reclamação oficial diretamente no portal do Banco Central.

Embora o BC não resolva casos individuais de forma direta como um tribunal, ele utiliza essas reclamações para pressionar as instituições financeiras a cumprirem prazos e aprimorarem seus filtros de segurança.

Além disso, bancos com altos índices de reclamação sofrem punições administrativas e perdem posições no ranking de confiabilidade do órgão.

O que eu devo fazer para não cair em golpes bancários?

Para manter seus cartões protegidos, siga estas quatro regras de ouro reforçadas pelo informe de hoje:

  • Desconfie de links: Nunca clique em links de SMS ou e-mails que peçam para “atualizar cadastro” ou “desbloquear conta”;
  • Canais oficiais: Se receber uma ligação suspeita, desligue e ligue você mesmo para o número que consta no verso do seu cartão físico;
  • Cartão virtual: Utilize cartões virtuais temporários para compras em sites desconhecidos. Eles expiram após o uso, impedindo cobranças futuras;
  • Limites diários: Ajuste seus limites de transação no aplicativo. Mantenha valores baixos para o dia a dia e aumente apenas no momento de uma compra específica.

Por fim, o seu banco nunca vai pedir para você transferir dinheiro para uma “conta de segurança” ou pedir que você entregue seu cartão físico a um motoboy. Se pedirem isso, desligue imediatamente!

Mas, para saber mais sobre outras informações relacionadas, clique aqui*.

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Autor(a):

Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.