Bolsa Família traz 3 erros que podem ocasionar o bloqueio do benefício e todos que recebem precisam de atenção para evitar terem que lidar com isso
O Bolsa Família está sempre passando por um pente-fino, afinal, o governo federal está sempre atrás de descobrir se tem alguém, dentre os milhões de beneficiários, que estão recebendo sem merecer.
Por isso, o pente-fino segue a todo vapor e quem não está dentro das regras, acaba sofrendo bloqueio. Podemos citar como exemplo 3 situações que mais ocasionam em problemas para os beneficiários do programa social.

O que causa bloqueio no benefício?
Conforme informações destacadas pelo site oficial do governo federal, as 3 situações abaixo são as que mais geram bloqueio:
Desatualização ou omissão de renda: Esse é o mais comum e por isso o que o governo mais bate em cima. Sempre há cruzamento de dados do CadÚnico com o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais).
Então, se alguém da família consegue um emprego com carteira assinada, passa a receber um benefício do INSS ou até mesmo abre um MEI, e essa renda não é informada no CRAS, o sistema barra o benefício.

Inconsistência na Composição Familiar: É comum a pessoa declarar que mora sozinho, no entanto, muita das vezes divide casa com outra pessoa e é aí que entra o problema.
O governo costuma fazer visitas domiciliares e cruza endereços. Quando descobre que a pessoa não mora sozinha, manda bloquear o benefício para averiguação.
Descumprimento das condicionalidades: Algumas famílias têm obrigações de saúde e educação para cumprir. Quem não cumpre, acaba tendo o benefício bloqueado para esclarecimentos.
Quais são as condicionantes?
- Frequência Escolar: Crianças de 4 a 5 anos devem ter frequência mínima de 60%. De 6 a 18 anos incompletos, a frequência deve ser de 75%.
- Saúde: Quem não mantém o calendário de vacinação atualizado ou não realizar o acompanhamento nutricional nos postos de saúde nos períodos exigidos. Para gestantes, o pré-natal também é obrigatório.

Regra de proteção
Aliás, logo que a pessoa sobe a renda e ultrapassa os R$ 218 per capta, o governo corta o pagamento pela metade. Por conta da chamada Regra de Proteção eles deixam os beneficiários por até um ano no programa.
Quando caem os pagamentos?
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