Reviravolta: Braço direito de Felipão expõe proposta dos sonhos e situação cai como uma bomba no Atlético
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Um dos braços direito do Felipão abre o jogo sobre proposta e futuro incerto no Atlético Mineiro
Felipão ainda não venceu no brasileirão no comando do Atlético Mineiro. Fora isso são 7 jogos sem vitória sendo três derrotas e quatro empates.
Ocupando a 13ª colocação a 7 pontos da zona de rebaixamento, os torcedores do Galo não estão nada felizes com o momento do clube, visto que há uns anos eles estavam levantando o troféu do camepoanto.
Felipão é um técnico experiente e busca sempre ter os melhores profissionais ao lado para conseguir extrair o melhor que pode dos seus jogadores.
Mas, uma notícia recente sobre um dos braços direito do Felipão no Galo fez com que os torcedores do Atlético temessem o futuro do clube.
Rodrigo Caetano chegou no Atlético Mineiro para substituir Alexandre Mattos, em 2021. O diretor executivo do clube recebeu uma proposta excelente que pode tirar ele do Galo.
Rodrigo Caetano no Atlético (Reprodução - Internet)--
Leia também
Rodrigo Caetano no Atlético (Reprodução - Internet)--
Rodrigo Caetano no Atlético (Reprodução - Internet)--
QUAL A PROPOSTA?
Segundo o portal BolaVip, Rodrigo Caetano recebeu uma proposta da Confederação Brasileira de Futebol em tê-lo como dirigente da entidade na próxima temporada, atuando na Seleção Brasileira.
Questionado sobre o futuro no Galo e o interesse da CBF, o companheiro de Felipão desconversou e disse que seu foco é 100% no Atlético-MG:
“Não tive este convite. Meu foco está totalmente no Galo. Se houvesse, os 4Rs seriam os primeiros a saber. Neste momento não temos vida. Nem tempo tenho para pensar nestas coisas”.
Dizendo que seria uma honra receber tal convite, o Diretor revelou que no momento, suas energias estão para reverter o cenário do galo:
“O foco é em reverter esta situação. Só garanto que não houve convite da CBF. Um dia representar a Seleção Brasileira em qualquer função, mexe com o profissional. Como esta realidade não existe para mim, não perco energia com isso. É o pior momento que estamos vivendo. Estou na minha terceira temporada e precisamos interpretar o nosso momento. Quem tem que explicar sou eu. É tentar unir forças, de todas as formas, para mudar este cenário”