“Minhas falhas”: Bonner, ameaçado e humilhado, divulga carta ao Brasil e Globo bate martelo sobre volta ao JN

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

William Bonner deixou bancada do JN para fazer cobertura sobre o Rio Grande do Sul (Foto: Reprodução / TV Globo)

O apresentador abandonou formalidade do estúdio e viajou ao RS, onde foi hostilizado por parte dos moradores

William Bonner usou as redes sociais, neste domingo, dia 12, para fazer um longo desabafo. Para quem não tem acompanhado, o jornalista deixou a bancada do Jornal Nacional para cobrir a catástrofe do Rio Grande do Sul.

Mas, apesar da situação da tragédia, alguns dos habitantes locais receberam o comunicador com xingos, provocações, ameaças e críticas à Globo. Para evitar maiores problemas, ele passou a andar até com seguranças durante as reportagens.

William Bonner deve seguir por mais alguns dias no Rio Grande do Sul, até retomar o trabalho na bancada do Jornal Nacional (Foto: Reprodução / TV Globo)

Em seu perfil, Bonner fez um desabafo indireto sobre a situação, falando sobre a família, a criação e ascensão profissional. “A vida foi me conduzindo, quase que por gravidade, da publicidade para o rádio, para TV e para o jornalismo”, disse.

“Não sei explicar como foi possível que tantas coincidências premiassem meus esforços e perdoassem minhas falhas até me ver, neste domingo de maio, com os olhos fixados no Guaíba, que é hoje um borrão cinza fundido ao cinza do céu de Porto Alegre”, filosofou.

Após a repercussão, o apresentador preferiu ignorar as humilhações e focar nas outras pessoas que têm recebido a ajuda com bons olhos. “Me ocorre, agora, que a cada agradecimento que recebi por nossa presença, por nosso empenho, teria sido justa”, concluiu.

William Bonner viajou para o Rio Grande do Sul, onde tem feito cobertura especial sobre a catástrofe no estado (Foto: Reprodução / TV Globo)

Quando William Bonner volta à bancada Jornal Nacional?

Segundo a Folha de S. Paulo, o âncora e editor-chefe deve continuar no Rio Grande do Sul até quinta-feira, 16 de maio, correndo risco de prorrogar por mais alguns dias, caso haja alguma mudança necessária. Essa decisão teria partido de Ricardo Villela, o atual diretor de jornalismo.

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