Botafogo se prepara para vender um atacante que está se destacando com Franclim Carvalho e clubes da Europa precisam oferecer valores na casa dos R$ 46 milhões
O Botafogo definiu seu preço para negociar Matheus Martins, que tem interessados na Europa. O atacante é uma das estrelas da era Franclim Carvalho e por melhor que seja, vai ser difícil segurar.
Desde que o técnico chegou, Martins se tornou um dos pilares do ataque e é por isso que o jovem de 22 anos logo chamou a atenção dos times de fora. Alguns pensam em fazer proposta no meio do ano.

A situação do Botafogo
Como o clube enfrenta uma crise financeira, internamente uma saída do craque na janela do meio do ano é bem vista pelo jogador e por seu estafe. Os representandos deles se reuniram para falar sobre o futuro.
A próxima janela do mercado da bola que se abre no dia 22 de julho, é a principal da Europa, pois, é antes do início da temporada no Velho Continente. As informações são do ge.
Com isso, o Glorioso quer vender o atacante por 8 milhões de euros (R$ 46 milhões na cotação atual). Vale lembrar que ele foi contratado em julho de 2024 junto à Udinese por 10 milhões de euros (cerca de R$ 60 milhões na cotação da época).

Apesar da queda no valor, o Glorioso ainda assim deve vender. Hoje os interessados no atacante são Krasnodar, Feyenoord, Coventry e Celta de Vigo. Um deles deve fazer a proposta.
Quais os números do atacante?
- 81 jogos (38 como titular)
- 4244 minutos (3060 como titular)
- 9 gols
- 2 assistências
Só nessa temporada, já são 17 partidas e 4 gols. Todos eles foram feitos pelo Brasileirão. Sob o comando de Franclim ele tem tudo para ter sua temporada mais artilheira pelo Glorioso.
Quais eram os planos do jogador para 2026?
Em conversa com o ge, ele comentou sobre a boa fase em campo e os seus planos para o clube:
“Espero me firmar nessa posição, como um falso 9, mais mobilidade. Não é aquele cara mais parado. (Anselmi) pede para eu dar profundidade ao time, sair para jogar também. E tem me cobrado gols (risos)”.

Sobre a nova posição, ele foi sincero: “Eu, jogando de 9, tenho essa responsabilidade de fazer gols, não tem para onde correr. Me sinto bem, confortável. Esse gol (contra o Barcelona de Guayaquil) vai me dar mais confiança também para eu ficar mais leve, mais solto. Eu vinha fazendo bons jogos, só faltava o gol, realmente”.
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