Relatório de 2026 confirma fechamento de 342 unidades do Bradesco e instituição informa correntistas nesta terça
Informe divulgado agora em janeiro de 2026 pelo portal Leouve, confirmou o fechamento de 342 agências físicas do Bradesco em todo o país. A medida integra uma reestruturação ampla do banco.
O plano incluiu o encerramento de postos de atendimento e unidades administrativas. A decisão impactou diretamente milhares de correntistas. O banco informou a mudança por canais digitais e avisos diretos.

Nos últimos 12 meses, o Bradesco concentrou quase 38% de todos os fechamentos de agências bancárias no Brasil. Dados do setor mostram que 342 unidades encerraram atividades.
Além disso, o banco desativou 1.002 postos de atendimento. Também fechou 127 unidades de negócio. Esse movimento acelerou um processo que já vinha ocorrendo desde 2024.
A instituição afirmou que revisou sua estrutura física para acompanhar novos hábitos dos clientes.
No entanto, o anúncio provocou reações imediatas em várias regiões. Correntistas relataram surpresa ao descobrir o fechamento de agências tradicionais. Muitos dependiam do atendimento presencial para serviços básicos.
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Em cidades menores, o impacto foi ainda maior. Em alguns casos, moradores passaram a viajar quilômetros para encontrar uma unidade ativa. Além disso, sindicatos organizaram protestos em capitais e municípios do interior.
Qual é o impacto do fechamento das agências do Bradesco?
Segundo representantes dos trabalhadores, o fechamento reduz o acesso de idosos e pessoas com dificuldades digitais. Lideranças sindicais afirmaram que a medida ignora desigualdades regionais.
Apesar disso, o Bradesco manteve o cronograma de encerramentos. A instituição reforçou que cumpre normas do Banco Central.
- O fechamento de 342 agências colocou o Bradesco no centro do debate nacional.
- Protestos ocorreram em diferentes estados.
- Clientes relataram dificuldades imediatas no acesso aos serviços.
Foco do banco
Por outro lado, o Bradesco intensificou investimentos na área de tecnologia nos últimos anos. O banco direcionou recursos para infraestrutura digital.
Projetos com inteligência artificial ganharam prioridade. Segundo dados divulgados pelo próprio setor financeiro, essas iniciativas já geram cerca de R$ 150 milhões por ano. A estratégia busca reduzir custos operacionais. Ao mesmo tempo, o banco pretende ampliar a eficiência do atendimento.
Além disso, sistemas automatizados passaram a resolver grande parte das demandas. Ferramentas digitais solucionam entre 85% e 90% dos atendimentos sem intervenção humana. Clientes conseguem renegociar dívidas, pagar contas e acessar extratos pelo aplicativo.
Dessa forma, o banco afirma que facilita a rotina financeira. O objetivo declarado é permitir que o cliente resolva tudo sem sair de casa.
Ainda assim, especialistas alertam para riscos sociais. A digitalização acelerada pode excluir parcelas da população. Pessoas sem acesso constante à internet enfrentam obstáculos. Comunidades rurais sentem o impacto com mais intensidade.
Mesmo com aplicativos eficientes, parte dos clientes prefere contato humano. Essa tensão expõe um desafio estrutural do sistema bancário brasileiro.
Portanto, o Bradesco atravessa um momento decisivo. O banco aposta fortemente no modelo digital. Ao mesmo tempo, enfrenta críticas pela redução da presença física.
Por fim, a discussão envolve eficiência, inclusão e adaptação tecnológica. O desfecho desse processo ainda gera incertezas. Enquanto isso, correntistas precisam se adaptar a uma nova realidade bancária.
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Autor(a):
Wellington Silva
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