Falência: Canal gigante de TV aberta não resiste a rombo de 45 bilhões e sai do ar após 28 anos: “Colapso”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Canal gigante de TV aberta não resistiu ao rombo de 45 BILHÕES e saiu do ar
Um dos gigantes canais de TV aberta não resistiu ao rombo de 45 bilhões e precisou fechar as portas e encerrar as atividades após anos no ar.
Esse canal de TV extremamente renomado era super conhecido entre o público e mantinha boas condições até chegar o dia de encerrar as atividades.
Para quem não identificou, estamos falando da Shoptime, o primeiro canal de TV aberta de vendas do Brasil, que, segundo O Fuxico, encerrou as atividades esse ano.
Para quem não sabe, a Shoptime fazia parte das Lojas Americanas, que está em recuperação judicial graças a um rombo de mais de R$ 45 bilhões, descobertos no início desse ano, que culminou a venda de várias áreas do grupo.
“A TV Shoptime vai mudar. A partir de 1/6 ela será digital e você poderá assistir de qualquer lugar pelo nosso canal”, diz o perfil oficial da empresa de varejo.
Os conteúdos produzidos pela canal, que foi lançado 6 de novembro de 1995 em um plano de expansão da operadora Multicanal, que posteriormente passou a se chamar NET (atualmente Claro), ficarão restritos aos canais digitais da Americanas.
Leia também
A decisão do Shoptime em deixar as transmissões de operadoras como Sky e Claro e via satélite está ligada ao processo de recuperação judicial pela qual passa sua proprietária. Os custos para manter o sinal em uma das principais operadoras de TV e no satélite StarOne D2 são muito altos.
Shoptime foi a emissora que fechou as portas (Foto: Reprodução/ Internet)
Shoptime saiu da TV em julho de 2023 (Foto: Reprodução / internet)
Ciro Bottini (Foto: Reprodução / Shoptime)
A EMPRESA COLAPSOU?
Ciro Bottini, um dos principais nomes da Shoptime, entregou o que culminou o fim da empresa mesmo com o rombo descoberto das americanas:
“Tentavam fazer coisas novas a cada 90 dias e não dava certo. Tentaram colocar programas de entrevistas, mas a gente tinha que vender produto. Esse é o ponto. Parece que não entendiam e o colapso da Americanas foi inacreditável. É caso de polícia mesmo”