Carne podre e infestação de ratos: Vigilância Sanitária interdita supermercado popular de MG por nojeira
Supermercado popular de Minas gerais acaba interditado pela Vigilância sanitária após decreto de nojeira dos veículos
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A Vigilância Sanitária, assim como a ANVISA, tem o objetivo de garantir, principalmente, a qualidade e segurança de estabelecimentos e serviços disponíveis para a população. Por conta disso, se alguma empresa não cumpre as regras, automaticamente, acaba sendo interditada pelo órgão até que regularize a situação.
E por falar em situação irregular, dessa vez iremos tratar da interdição de supermercado popular em MG por nojeira. Assim, o time de especialistas do TV FOCO, a partir de informações do portal Itatiaia, traz à tona maiores detalhes a respeito do assunto.
Interdição de supermercado
Em suma, a fiscalização do Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Procon-MG, determinou a interdição de um supermercado por conta da venda de carne estragada e infestação de ratos. Vale dizer que, o estabelecimento é de uma rede de supermercados em Prata, no Triângulo Mineiro.
É importante mencionar ainda que, a operação durou 2 dias, sendo eles (17) e (18) de setembro de 2024. O MPMG apresentou os resultados no dia 20 do mesmo mês, constatando a apreensão de meia tonelada de carne imprópria para consumo em três unidades e a prisão de um gerente por adulterar etiquetas.
O Procon acionou a fiscalização depois que a denúncia ressaltou a manipulação e venda de carnes deterioradas e vencidas nos estabelecimentos. Ademais, a Polícia Militar e a Vigilância Sanitária Estadual participaram da operação.
Comunicado
"Um dos supermercados foi interditado por infestação de ratos. Os fiscais encontraram fezes dos animais e veneno próximos aos alimentos. Ao todo, meia tonelada de carne imprópria para o consumo foi apreendida. Entre as irregularidades encontradas estão alimentos fora do prazo de validade, carnes deterioradas, etiquetas adulteradas, além de produtos acondicionadas irregularmente e sem as informações obrigatórias", destaca a nota do MP.
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Ademais, agentes fizeram fiscalização em três estabelecimentos da rede, situação essa que ocasionou a prisão em flagrante de um gerente por adulterar as etiquetas de validade dos produtos. Ele precisou responder por crime contra a ordem tributária econômica e relações de consumo, além de crime contra o consumidor.
Fora dos padrões sanitários
Vale dizer que, a pena é um tanto severa e pode chegar a nada menos que 6 anos de cadeia. Segundo o Procon, os alimentos acabaram sendo descartados por não respeitarem os protocolos sanitários.
"A operação do MPMG, Vigilância Sanitária e Polícia Militar teve como objetivo apurar denúncia encaminhada à Promotoria de Justiça de Prata sobre a má qualidade de alimentos cárneos do supermercado fiscalizado. As irregularidades constatadas reforçam a necessidade de implementarmos frequentes ações fiscalizatórias", disse Philipe Augusto de Moura Abreu, promotor de Justiça da comarca de Prata.
Comunicado da empresa
Ademais, não veio a ser revelado o nome do supermercado. Assim, o TV FOCO não conseguiu encontrar qualquer pronunciamento da mesma sobre o assunto. Todavia, o espaço segue aberto para o supermercado popular expor sua versão dos fatos e prestar esclarecimentos ao público.
Considerações finais
- Um supermercado popular em Prata, MG, acabou interditado pela Vigilância Sanitária e Procon-MG por venda de carne estragada e infestação de ratos;
- A operação ocorreu nos dias 17 e 18 de setembro de 2024, com resultados divulgados no dia 20;
- Meia tonelada de carne imprópria para consumo acabou apreendida em três unidades da rede;
- Ademais, o estabelecimento interditado apresentava fezes de ratos e veneno próximo aos alimentos.
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Para que serve a vigilância sanitária?
Em suma, a vigilância é responsáve por um conjunto de ações que monitora, investiga e controla doenças, agravos à saúde e riscos à população. Ela também ajuda a identificar problemas, estabelecer prioridades e utilizar recursos de forma eficaz.