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Carolina Ferraz rasga realidade de pai assassinado com tiros na cabeça e irmão morto em seus braços

Carolina Ferraz apresenta do "Domingo Espetacular" na Record (Foto: Reprodução/Instagram)
Carolina Ferraz apresenta do “Domingo Espetacular” na Record (Foto: Reprodução/Instagram)

Carolina Ferraz, apresentadora do “Domingo Espetacular”, abriu o jogo sobre os fatos de sua vida e de sua profissão

Carolina Ferraz decidiu contar um pouco de sua biografia pela sua própria boca e rebateu algumas informações que não são muito corretas sobre a sua vida e que rodam a internet há anos. Através de um vídeo em seu canal no YouTube, a apresentadora do “Domingo Espetacular”, da Record, esmiuçou sua trajetória pessoal e artística ao longo dos anos.

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A famosa abriu o jogo sobre a morte de seu pai, Ladislau, que foi assassinado a mando de um empresário. “Essa pessoa muito poderosa era sócia do meu pai, não alguém que meu pai prestava consultoria, eles eram sócios. Essa pessoa devia muito dinheiro ao meu pai e essa pessoa abriu concordata, entrou em falência”, iniciou.

E continuou: “Nunca pagou o meu pai. Eles brigaram, essa briga ficou pública, ficou famosa, essa tragédia ficou muito famosa, é um assassinato muito conhecido e impune em Goiânia até hoje. O assassinato do meu pai nunca se solucionou. Todos sabem quem é o assassino do meu pai, todos sabem como ele foi assassinado, porque foi no meio da rua, às 4 da tarde, na porta do trabalho dele, com 6 tiros, sendo que 3 na cabeça”.

Carolina Ferraz também falou sobre a morte do irmão, Guilherme, que foi uma das primeiras pessoas a serem infectadas com o vírus HIV no país, em uma época em que ainda não se sabia muito sobre a doença. “Meu irmão morreu 9 anos após o assassinato do meu pai. Meu irmão morreu de AIDS aos 29 anos de idade, era homossexual e era um dos primeiros casos no Brasil”, explicou.

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A famosa contou que o irmão descobriu a doença quando foi submetido a uma cirurgia de aneurisma no início dos anos 1980. Além disso, ele conseguiu sobreviver mais 7 anos lutando contra a doença e ainda não existia nenhum tipo de medicamento como existe atualmente. “Meu irmão morreu no meu colo. Eu vi meu irmão morrer”, lamentou a artista.

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Sobre o autor

Paulo Vito

Paulo Vito é um jornalista que trabalha com celebridades desde 2017 e admira tudo o que envolve o mundo dos famosos e da televisão. Está sempre de olho no que acontece nas redes sociais e faz questão de prestar atenção nas polêmicas e novidades!