“Não é opção”: O fechamento de unidade do Carrefour e comunicado oficial da rede de supermercados
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Carrefour divulgou nota sobre encerramento de atividades em município paulista, após mais de duas décadas
No mês passado, o Carrefour oficializou o fechamento de uma antiga unidade, localizada no Centro de Mogi Mirim, em São Paulo. O estabelecimento funcionou por mais de 20 anos.
No entanto, após tanto tempo de portas abertas, a empresa considerou que já não era mais viável manter o local, prevendo os lucros do grupo. Trata-se de uma reorganização estratégica da marca francesa atuante no Brasil.
De acordo com o Portal da Cidade, o fim foi decretado em junho. Em um comunicado divulgado aos clientes, o Carrefour pontuou que a unidade de Mogi Mirim “não é opção” no momento. Há algum tempo, o grupo vem se preparando para novos investimentos.
Unidade de Mogi Mirim fechou após mais de 20 anos de funcionamento (Foto: Divulgação / Carrefour)
Crise
Esse tipo de reformulação também sido vista na concorrência. O Supermercado Cascalhinho, no Mato Grosso, teve falência decretada pela 4ª Vara Cível de Rondonópolis, o município em que está localizado.
De acordo com uma publicação da Folha Max, o comércio, que era um dos maiores da região, vinha tentando um processo de recuperação judicial desde 2019, por causa das dívidas que superavam a casa dos R$ 2,8 milhões.
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Por um tempo, a ação caminhou bem e, este ano, os donos chegaram a apresentar um plano para que não precisassem declarar falência. No entanto, credores denunciaram que a proposta não vinha sendo cumprida como deveria.
O Supermercado Cascalhinho teve falência declarada pela pela 4ª Vara Cível de Rondonópolis, no Mato Grosso (Foto: Reprodução / Internet)
Qual o maior supermercado no Brasil?
O Pão de Açúcar é a quarta maior rede do ramo no país, com um valor comercial de R$ 18,5 bilhões. No primeiro lugar fica o grupo francês do Carrefour, com ações que chegam aos R$ 108 bilhões. Em segundo, aparece o Assaí Atacadista, seguido pelo Grupo Mateus.