Celebridades

Carta psicografada de Renato Russo e Cássia Eller é revelada com detalhes do inferno: “Um pedido de socorro”

Renato Russo, Cássia Eller
Renato Russo e Cássia Eller teriam feito cartas psicografadas (Foto: Reprodução)

Cantor e cantora fizeram relatos surpreendentes sobre o outro plano em que se encontram

Renato Russo e Cássia Eller foram um dos principais artistas da música popular brasileira, mas nos deixaram cedo. Até hoje, a morte de ambos segue com inúmeros pontos de interrogação, já que eram adorados por pessoas do país inteiro.

O cantor morreu em 1996, quando lutava contra o HIV. Na época, a doença ainda era um grande tabu e não havia um tratamento tão eficaz como há atualmente. Todos foram pegos de surpresa com a notícia da morte e, após longos anos, passou a circular na internet uma suposta carta psicografada feita pelo líder da Legião Urbana.

Renato Russo morreu em 1996, quando lutava contra o HIV (Foto: Reprodução)

“Sim, é o Renato Russo. Nós somos espíritos, trabalhadores da última hora. Aqueles que orientam, os que consolam, os que ensinam a medir as medidas da igualdade. Para que desonestidade, se existe a honestidade, vamos propagar o bem que o mal não nos convém”, diz um dos trechos da tal correspondência espiritual.

“A humanidade incapaz, atrelada às conveniências da desigualdade, crueldade, caminhando na contramão da via do progresso, na Seara bendita. Somos os trabalhadores da última hora, somos os filhos de Deus, espíritos informantes, que além das trevas, paira o Paraíso”, completa o cantor na mensagem.

Cássia Eller
Cássia Eller morreu em 2001, após sofrer um ataque cardíaco (Foto: Divulgação)

Cássia Eller nos deixou em 2001, vítima de um ataque cardíaco. Uma suposta carta escrita pela cantora sobre sua situação na “vida” pós-morte conseguiu ser ainda mais chocante, uma vez que ela descreve como é o inferno. “Acreditem, pois eu estava mergulhada nele, de corpo e alma”, começa contando a artista.

“Um espaço sombrio e frio, bem interno do ser, dos pés à cabeça, sem tempo, sem luz, nem descanso e afogava-me, a cada segundo, num oceano de matéria viscosa que roubava até minha ilusória alegria. Naquele lugar não havia luz, somente nuvens cinza e chuvas com raios e trovões, gritos estridentes e desesperados, gemidos surdos, pedidos de socorro, lágrimas, desalento, tristeza e revolta”, continua a famosa.

“Dragões lançavam chamas de suas bocas sujas e nos queimavam, machucando e estilhaçando a pouca consciência que me restava da lembrança de minha estada no corpo físico, neste planeta azul. Guardiões das trevas olhavam atentos seus presos e vigiavam todos os movimentos realizados naquele imenso espaço de sofrimentos, dores, lamentos, depressões, angústias e arrependimentos tardios. O ar era ácido e provocava convulsões diversas”, acrescenta Cássia Eller, relatando o sofrimento.

Apesar de toda essa angústia, a cantora contou na carta psicografada que conseguiu, finalmente, encontrar a paz com a ajuda de um antigo parceiro. “Alguém me tocava, de leve, os ombros e chamava-me pelo nome, como se me conhecesse há muito tempo. Era Cazuza todo de branco, como lindo enfermeiro, de cabelos cortados bem curtos e estendia suas mãos para que eu levantasse, caminhasse e conversasse um pouco em sua companhia”, declara.

“A misericórdia divina sempre conspira a nosso favor, nós desdenhamos do amor divino com nossas desatenções e desequilíbrios das emoções comprometedoras, que arranham e esmagam as mais puras sementes depositadas no ser imortal”, completa o tal relato.

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Sobre o autor

Lucas Brito

Lucas Brito é um jornalista recém-formado que ama conversar sobre tudo, mas em especial sobre música, culturas, teorias e boas histórias. Seu maior objetivo é conseguir se tornar um grande comunicador e ter espaço para tratar de assuntos sociais que considera importantes.