Priscila Belfort ganha novos detalhes após Lordello explicar tudo o que aconteceu com ela no caso que voltou a repercutir

Após décadas de mistério, o caso Priscila Belfort ganha um novo e chocante capítulo. O especialista em segurança Jorge Lordello revelou em um podcast que uma testemunha inédita procurou o Ministério Público do Rio de Janeiro recentemente.

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O que é o Ministério Público? Ele é o órgão do governo responsável por defender a lei, os direitos dos cidadãos e investigar crimes. Essa testemunha entregou pistas concretas, e a instituição decidiu reabrir a investigação sobre o desaparecimento de Priscila Belfort.

O detalhe mais triste dessa novidade envolve as leis brasileiras. Lordello explica que o crime já prescreveu. O que significa um crime prescrito? Significa que o tempo máximo que o Estado tem para punir o culpado já acabou. Ou seja, se o assassino confessar tudo hoje, ele escapa da cadeia, pois a justiça não aplica mais nenhuma pena.

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Mesmo sabendo dessa situação, os promotores querem solucionar o mistério para dar uma resposta definitiva à sociedade. O especialista garante que a jovem não sumiu por vontade própria, mas sim que criminosos a assassinaram, e nós teremos grandes novidades em breve, possivelmente no ano de 2025.

Priscila Belfort com o irmão Vítor (Foto: Reprodução/ Internet)
Priscila Belfort com o irmão Vítor (Foto: Reprodução/ Internet)

Para entender o mistério, precisamos voltar ao dia do crime. Naquela época, Priscila Belfort trabalhava na Secretaria de Esportes, um departamento do governo localizado no centro do Rio de Janeiro. Ela enfrentava problemas emocionais graves e fazia tratamento médico com remédios de tarja preta.

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O que são remédios de tarja preta? São medicamentos fortes que exigem receita médica especial, geralmente usados pelos psiquiatras para controlar ansiedade ou depressão. Naquela manhã específica, ela acordou se sentindo mal e rejeitou a ideia de ir trabalhar. A mãe dela, dona Jovita, insistiu em levar a filha de carro, evitando assim que ela pegasse um ônibus lotado.

Dessa forma, Priscila Belfort chegou atrasada ao serviço. No mesmo prédio também trabalhava o namorado dela. Ele vinha de uma família muito rica e o pai dele atuava como deputado federal. Perto da uma hora da tarde, a jovem saiu para almoçar sozinha. Os colegas estranharam essa atitude, pois ela sempre saía acompanhada do namorado ou de amigos do escritório.

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Pouco depois, uma testemunha viu Priscila Belfort caminhando na rua com uma fisionomia visivelmente preocupada. Depois desse momento, ela desapareceu para sempre e nenhuma câmera de segurança registrou o trajeto que ela fez.

Delegado expõe o que acredita sobre o desaparecimento de Priscila Belfort (Foto: Reprodução/ YouTube/ Internet/ Montagem)
Delegado expõe o que acredita sobre o desaparecimento de Priscila Belfort (Foto: Reprodução/ YouTube/ Internet/ Montagem)

Muitas teorias surgiram durante todos esses anos de buscas intensas. A polícia descarta completamente a ideia de que Priscila Belfort perdeu a memória e vive andando pelas ruas do país. Os investigadores acreditam que bandidos a mataram e ocultaram o corpo. Um boato muito forte, que voltou a circular agora, diz que ela engravidou do namorado e decidiu fazer um aborto clandestino.

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Durante esse procedimento ilegal, ela sofreu complicações e morreu, e os responsáveis sumiram com o cadáver. Outra suspeita forte aponta para uma dívida com traficantes de drogas. Naquele tempo, o irmão dela começava a despontar nas lutas, mas a família ainda não ostentava a riqueza de hoje. Os criminosos cobraram a dívida e a mataram. Lordello compara a situação de Priscila Belfort com a do jornalista Tim Lopes.

Quem foi Tim Lopes? Ele trabalhava como repórter de televisão até que traficantes do Rio de Janeiro o sequestraram e o mataram, queimando o corpo na sequência para apagar os rastros. O especialista acredita que os assassinos fizeram algo muito parecido com a irmã do lutador.

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Priscila Belfort (Foto: Reprodução/ O Globo)

Existe um ponto muito obscuro nessa história inteira que envolve diretamente o ex-namorado. A família de Priscila Belfort conta uma história mal explicada sobre o notebook da jovem, que funciona como um computador portátil.

Os parentes dizem que, logo após o sumiço, o namorado visitou a casa da família e pediu para acessar o computador dela. Os pais autorizaram. Ele entrou no quarto, mexeu na máquina e foi embora. No dia seguinte, a família percebeu que alguém apagou arquivos importantes do equipamento. Lordello questiona essa atitude imediatamente. Ele pergunta o motivo de a família não entregar o computador para a polícia de forma urgente. A perícia técnica policial tem ferramentas poderosas para recuperar arquivos deletados e encontrar provas digitais.

No entanto, ninguém sabe se a família entregou o aparelho ou o que os peritos encontraram lá dentro. O especialista afirma que esse detalhe definitivamente não se encaixa direito na investigação. Hoje, a mãe, dona Jovita, sofre uma dor interminável porque não conseguiu enterrar a própria filha.

Lordello reproduz a dura realidade do caso com aspas fortes e diretas: “a pessoa que matou Priscila Belfort se ela aparecer hoje e confessar o crime tá prescrito, não tem mais pena”. Apesar dessa impunidade absurda garantida pela lei, a verdade finalmente parece perto de aparecer.

Ele ainda afirma com bastante esperança sobre o relato da nova testemunha: “Apareceu um fato novo e nós podemos ter em 2025 ainda uma novidade do que aconteceu”. O trabalho das autoridades corre em sigilo absoluto, mas a expectativa do público cresce a cada dia. As revelações recentes prometem encerrar de uma vez por todas a angústia de uma família que espera respostas concretas há mais de duas décadas.

Veja o momento: