Celso Portiolli troca farpas com fãs após demonstrar apoio a Jair Bolsonaro na internet

[caption id="attachment_684900" align="aligncenter" width="700"] O apresentador Celso Portiolli no Domingo Legal(Foto: Reprodução/SBT)[/caption] Celso Portiolli já demonstrou que é a favor das vinhetas nacionalistas criadas por Silvio Santos e exibidas na programação do SBT. Por conta disso, o apresentador do Domingo…

Celso demonstrou apoio à Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

O apresentador Celso Portiolli no Domingo Legal
(Foto: Reprodução/SBT)

Celso Portiolli já demonstrou que é a favor das vinhetas nacionalistas criadas por Silvio Santos e exibidas na programação do SBT. Por conta disso, o apresentador do Domingo Legal trocou farpas com alguns dos seus seguidores que não concordam com a atitude dele.

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Confirmando apoio ao presidente eleito Jair Bolsonaro, Celso chegou a dizer que "para quem não ama o Brasil, a Venezuela fica logo ali". Um dos seguidores disse que o admirava, mas que a partir daquele momento não seguiria mais o apresentador nas redes sociais. Celso respondeu afirmando que ele nunca gostou dele.

Em outra alfinetada, um seguidor questionou se Portiolli estava tentando "aparecer" falando de política já que estaria no ostracismo como apresentador e youtuber e se "precisava garantir os patrocínios do cara que lambe as botas". Celso rebateu: "Dinheiro é assim mesmo. A gente faz cada coisa né?!"

VINHETAS DO SBT CAUSARAM PROBLEMAS

Causou polêmica uma das vinhetas nacionalistas que passaram a ser exibidas pelo SBT em seus comerciais em apoio ao Presidente da República eleito Jair Bolsonaro. Ela terminava com a frase "Brasil: Ame-o ou deixe-o", um dos slogans mais marcantes da Ditadura Militar Brasileira.

Após toda a repercussão, a emissora tirou a propaganda do ar, mantendo as demais. Se depender de três deputados do PT, no entanto, o caso ainda não acabou. De acordo com o site Notícias da TV, Paulo Pimenta, Paulo Teixeira e Wadih Damous pediram à Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, a suspensão das propagandas que ainda estão no ar.

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Eles ainda querem que a emissora seja impedida de fazer comerciais parecidos e alegam que a campanha é uma violação da Lei de Segurança Nacional e que representam uma "afronta à ordem constitucional vigente, à liberdade de expressão e ao direito constitucional das minorias".

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