Cinco erros que as emissoras de TV não deveriam voltar a cometer em 2017
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Em 2016, as principais emissoras do país cometeram erros que de certa forma comprometeram ou vão comprometer sua audiência.
Para este ano, ficou a experiência adquirida com os erros do passado, que não podem, ou pelo menos não deveriam, serem repetidos em 2017. A metamorfose constante do “Vídeo Show“, o formato “sem sal” do “Adnight”, a falta de planejamento da Record na dramaturgia, a falta de rumo do programa de Xuxa e o abuso da Band nas seguidas temporadas do “MasterChef” com direito a especiais e reprise.
Falta de planejamento na Record
A Record e sua falta de planejamento comprometem sua dramaturgia. Nos primeiros meses de 2016, a emissora reprisou minisséries bíblicas até conseguir produzir a segunda temporada de “Os Dez Mandamentos”, planejada e gravada às pressas. Agora, voltou a ter o mesmo problema com “Belaventura” e decidiu reexibir “A Escrava Isaura”.
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Mudanças no “Vídeo Show”
Sofrendo para emplacar a liderança de audiência na Grande São Paulo, o “Vídeo Show” passou por diversas metamorfoses com grande troca de apresentadores e formatos em 2016. Que siga apenas um caminho neste ano.
Falta de rumo de Xuxa
Outro programa que amarga baixa audiência e ainda não definiu seu rumo é o “Xuxa Meneghel”. A Record precisa estudar melhor o caso da Xuxa e fazer um programa atraente, um show, deixando de lado os artifícios de sempre e sem ficar mudando constantemente.
“Adnight” decepcionante
Decepção, o “Adnight” deixou a desejar. “Sem sal”, o late show de Marcelo Adnet terminou sua primeira temporada sem mostrar a que veio. Que na segunda edição esteja ajustado.
Desgaste do “MasterChef”
Na Band, o problema são as seguintes temporadas do “MasterChef” e, agora, se estendendo para especiais e até reprises. A emissora precisa entender que tudo o que é demais enjoa. Apesar do enorme sucesso do reality culinário, tanto em audiência quanto em faturamento, a Band precisa dar um respiro para o público. Caso contrário, o desgaste natural do programa se dará de forma mais rápida.