Cleo fala de trauma e boato de ser pega com o padrasto: “Ninguém nunca ouviu meu lado”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Cleo Pires desabafa ao relembrar trauma de sua vida, envolvendo o padrasto
Nesta semana, Cleo Pires lançou o clipe da música ‘Todo mundo que amei já me fez chorar’, em que relembra um boato antigo, que chegou a repercutir em todo o Brasil nos anos 90, envolvendo ela, sua mãe Glória Pires e até o padrasto, Orlando Morais.
Para quem não se recorda, foi inventada uma história de que a cantora foi pega na cama com o padrasto, que no caso, é casado com sua mãe há mais de 30 anos. Inclusive, a própria Cleo Pires o chama de pai.
Na ocasião em que a notícia circulou nos sites e revistas, em 1998, a famosa tinha apenas 15 anos de idade, e Glória Pires e Orlando Morais vieram a publico, no programa ‘Domingão do Faustão’, para desmentir os boatos que envolveram temas bem pesados, como até tentativa de suicídio, traição e sedução de menor.
Além disso, a família de Cleo Pires entrou com um processo contra os responsáveis que espalharam notícias falsas, ganharam na Justiça e ainda se mudou temporariamente para os Estados Unidos, a fim de terem mais espaço.
Em uma entrevista ao site do ‘Gshow’, Cleo Pires abriu o jogo e falou sobre o assunto, onde relatou que ninguém ouviu o lado dela na história e que tudo isso foi um grande trauma para ela.
“Ninguém nunca ouviu o meu lado da história, fiquei muito tempo sem tocar nesse assunto porque é muito dolorido, foi uma coisa que me traumatizou muito, que mudou minha vida, mudou o jeito que eu olhava para as pessoas”, comentou ela.
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Com isso, Cleo Pires decidiu retomar esse assunto com a música ‘Todo mundo que amei já me fez chorar’, que fará parte de seu primeiro álbum.
Inclusive, a filha de Glória Pires com Fábio Júnior, mas que sempre teve um vínculo muito forte com Orlando Morais, de pai e filha, também falou que isso gerou muitos traumas nela ao vê-lo em uma situação como esta.
“Eu transferi a culpa toda para mim, porque me senti olhada como se eu fosse uma destruidora de lares. Tive muita sorte que a minha família não me enxergou dessa forma. A gente se apoiou como pôde na época. Foi muito dolorido para todo mundo”, disse ela, ainda durante a entrevista.