Cleo resolve rebater críticas em vídeo e não perdoa com o que diz: “Uma velha amargurada”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Cleo Pires rebate críticas sobre suas tatuagens em vídeo nas redes sociais
Na tarde desta terça-feira (27), Cleo Pires usou as redes sociais para fazer um desabafo.
Em seu perfil oficial no Instagram, a atriz compartilhou um vídeo onde falava sobre as críticas que recebe por ser uma pessoa com muitas tatuagens.
“Nossa, e quando envelhecer com essas tatuagens?”, escreveu ela no vídeo, mostrando que essa é uma das frases que mais ouve sobre suas tatuagens.
E logo na sequência, Cleo Pires responde: “Melhor ser uma mulher tatuada do que uma velha amargurada”.
Na legenda da publicação a atriz escreveu: “Gostosa e tatuada".
A publicação rendeu muitas curtidas e vários comentários tanto de fãs quanto de famosos como Mari Saade, Sharam Diniz, Letícia Sabatella, Orlando Morais e outros.
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“Ameeeei, é por isso que tenho 13 tatuagens. Envelhecer com liberdade é muito bommm”, escreveu Mari Saad, esposa de Stênio Garcia.
“Eu amei, vou falar isso quando falarem isso para mim”, disse uma seguidora.
Veja a publicação completa:
Publicação de Cleo Pires (Foto: Divulgação)
CLEO PIRES DESABAFA SOBRE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Recentemente, a atriz, de 39 anos, usou os stories de seu perfil oficial no Instagram para desabafar sobre a intolerância religiosa que está sofrendo por alguns seguidores.
“Eu recebo muitos comentários absurdos sobre religião aqui no meu Instagram. As pessoas têm todo o direito de seguir a religião que mais se aplica à vida da pessoa, com os valores da pessoa, com o que a pessoa mais acredita, mas não existe só uma religião no mundo”, começou ela.
E continuou: “Para a gente evoluir como sociedade, a gente precisa urgentemente respeitar todas as formas de pensar. Claro que, quando a gente fala em intolerância religiosa, a gente sabe que é bem mais pesado quando a gente fala das religiões de matrizes africanas, e a gente sabe muito bem o por quê”.