Com retorno à TV paga, “Hora da Venenosa” volta a vencer “Vídeo Show” na audiência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Reinaldo Gottino com Fabíola Reipert e Renato Lombardi no “Balanço Geral”
(Foto: Edu Moraes/Record)
Com o retorno para a TV paga após fechar com a Net/Claro (maior operadora do país), o “Hora da Venenosa” voltou a vencer o “Vídeo Show” da Globo na audiência nesta segunda-feira (11).
Exibido das 14h03 às 15h, o quadro de fofocas de Fabíola Reipert no “Balanço Geral SP” garantiu a liderança com 10.2 pontos de média, 11 de pico e 22% de share, de acordo com dados consolidados da Grande São Paulo. Com esse resultado, venceu o “Vídeo Show”, que marcou 10.1 pontos.
No horário completo, das 12h às 15h, o “Balanço Geral SP” foi vice-líder com 8.7 pontos de média, 11 de pico e 19% de share. Cada ponto equivale a 70.5 mil domicílios na Grande São Paulo.
MAIS DA FABÍOLA REIPERT
A jornalista Fabíola Reipert falou sobre o episódio envolvendo seu nome e o do cantor Luan Santana. Para quem não lembra, o cantor anunciou boicote à Record após Fabíola postar uma nota envolvendo seu nome e o de seu personal, Gutão.
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Em entrevista ao canal Pingue-Pong com Bonfá, Fabíola se justificou sobre a nota a respeito de Luan. A jornalista afirmou que não insinuou nenhum tipo de relacionamento amoroso entre ele e o personal, mas que apenas destacou o retorno da amizade dos dois.
Sobre o boicote do cantor à Record, emissora onde Fabíola apresenta o quadro Hora da Venenosa durante o “Balanço Geral”, Fabíola revelou que está disposta a fazer as pazes.
“O Luan Santana ficou bravo comigo por causa de uma notícia lá, uma bobagem que eu publiquei. Eu vou falar uma coisa pra você: se ele quiser fazer as pazes, eu faço. Não quero confusão, quero ficar ‘de boa’. Vamos dar o dedinho e ficar de bem”.
A jornalista ainda revelou que já pediram muitas vezes sua cabeça à Record, mas que nunca conseguiram:
“Até então, não deram [a cabeça]. Se um dia derem, ponto pra eles. Eu acho muita baixaria você ameaçar o emprego de uma pessoa. Eu acho muita baixaria. Por que? Só porque um jornalista não puxou seu saco, você vai lá e pede a cabeça dele? Isso aí é censura”, disse.