Falência, prisão do dono e comprada por rival: O fim trágico de 3 montadoras de carro gigantescas após anos

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Montadoras gigantes tiveram fim trágico e inesperado por todos (Foto: Internet)

Montadoras gigantes tiveram fim trágico e inesperado após anos de atividade

O mundo automotivo é um cenário dinâmico e competitivo, onde o nascimento e a extinção de marcas e montadoras são eventos comuns.

Nesse contexto, várias montadoras têm sucumbido à intensa concorrência na indústria automobilística.

Abaixo confira 3 montadoras que tiveram um fim trágico após anos:

De Tomaso: A Itália é reconhecida como um berço de marcas esportivas renomadas, que continuam prosperando, como Ferrari, Lamborghini, Maserati, Alfa Romeo e Pagani.

No entanto, no cenário das que não resistiram ao tempo, a De Tomaso se destaca como uma das mais notáveis. Fundada pelo ex-piloto argentino e empresário Alejandro De Tomaso, a marca alcançou grande sucesso nos anos 70 com o icônico cupê Pantera, que vendeu mais de 6 mil unidades.

Apesar de tentar entrar na Fórmula 1 nos anos 60 sem sucesso, a De Tomaso atingiu seu auge ao adquirir a Innocenti, outra saudosa fabricante italiana famosa pela criação da Lambretta.

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No início desta década, um empresário italiano tentou reviver a De Tomaso, apresentando protótipos, mas enfrentou problemas legais que resultaram em sua prisão, levando ao triste fim da fabricante.

Simca: Marca francesa que teve uma presença significativa no Brasil nas décadas de 1950 e 1960, deixou uma legião de fãs nostálgicos.

Durante esse período, a Simca produziu modelos clássicos como Aronde, 1000 e o luxuoso sedã Vedette, comercializado no Brasil como Simca Chambord. Em 1970, a marca foi adquirida pela empresa americana Chrysler, coincidindo com a descontinuação de seus modelos no mercado brasileiro, o que inspirou até mesmo uma música da banda de rock Camisa de Vênus.

Posteriormente, em 1978, a Simca foi vendida para a PSA Peugeot-Citroën. No entanto, os carros continuaram a ser produzidos sob a marca Talbot, outra extinta marca francesa. Esse episódio marcava o melancólico fim da marca Simca.

Saab: A gigante sueca Saab não teve a mesma sorte que sua rival Volvo, que experimentou um renascimento após a venda para a chinesa Geely.

A época áurea da Saab ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, quando estava sob o controle da também sueca Scania. Durante esse período, a Saab lançou o modelo 900, que se tornou um campeão de vendas e obteve sucesso até nos Estados Unidos.

Entretanto, o início do declínio se deu com a venda para a General Motors (GM) em 1989, quando a marca se perdeu no extenso portfólio de marcas do grupo americano. Várias tentativas de evitar a falência falharam no início desta década, marcando o fim da Saab como fabricante de automóveis.

Montadoras foram a falência (Foto: Reprodução/ Internet)

O FUSCA VAI VOLTAR?

O Fusca foi um dos carros de maior sucesso no Brasil, por isso muitos entusiastas da Wolkswagen pensam sobre a possibilidade do retorno do modelo.

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Com recriação de automóveis que foram líderes de vendas agora em formatos elétricos, a montadora tem um posicionamento sobre a volta do modelo. Para saber de todos os detalhes, leia a matéria completa clicando aqui!

O Fusca que conquistou toda uma geração, saiu de linha (Foto: Divulgação)

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