Concessão de retransmissora da Record no MT é suspensa pela Justiça Federal

[caption id="attachment_235862" align="aligncenter" width="474"] TV Pantanal perde sua concessão pública [/caption] A Justiça Federal decidiu que a retransmissora da Record, TV Pantanal de Cáceres (MT), não terá sua concessão pública para exploração do serviço de radiodifusão de sons e imagens. A sentença foi…

14/11/2013 18:55

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TV Pantanal perde sua concessão

TV Pantanal perde sua concessão pública

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A Justiça Federal decidiu que a retransmissora da Record, TV Pantanal de Cáceres (MT), não terá sua concessão pública para exploração do serviço de radiodifusão de sons e imagens. A sentença foi resultado de uma ação civil pública promovida pelo Ministério Público Federal em Mato Grosso, em virtude do monopólio de veículos por membros da família do ex-prefeito, Ricardo Luiz Henry (PP-MT), e do deputado federal Pedro Henry (PP-MT).

A retransmissora estava com sua programação local suspendida por razão de uma decisão linear, sendo assim, só permaneceu a retransmissão nacional da Record, as duas emissoras faziam trocas de reportagens como se fossem integrantes de um mesmo grupo.

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Ricardo Henry foi nomeado sócio proprietário da TV Descalvados com Sérgio Granja de Souza Vieira, que vendeu sua parte, em 1995. No mesmo ano, ele comprou a Rádio Clube de Cáceres. Em 2004, na campanha em que disputava ao cargo de prefeito, adquiriu a TV Pantanal, pertencente aos opositores. A negociação foi feita por meio de um “contrato de gaveta” com os antigos donos, Ervides Fidêncio Klauk e Jorge de Oliveira Souza, porém a documentação não foi assinada pelos irmãos Henry e muito menos registrado na junta comercial.

Os antigos donos figuraram a venda da TV Pantanal a Sérgio Granja de Souza (antigo Sócio de Ricardo Henry na TV Descalvados) e Hélio de Souza Vieira Neto (filho de Sérgio Granja).

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o MPF em Mato Grosso abriu um procedimento administrativo para investigar a possível ocorrência de monopólio dos meios. O procedimento foi transformado em inquérito civil público e, em outubro de 2008, virou ação civil pública.

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Escreve sobre Televisão desde 2008