Falência? Concorrente da Magalu luta ferozmente para não baixar as portas e acaba tendo desfecho
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uma das principais concorrentes da Magalu, em forte luta para não falir, tem desfecho surreal
Como todos sabem, a loja Magazine Luiza, a famosa Magalu, é na atualidade uma das maiores redes de lojas de móveis e eletrodomésticos no Brasil.
Dessa forma, a Magalu segue sendo líder no mercado, e conquistando a cada dia que passa ainda mais clientes. Ao contrário de uma concorrente da loja, que está lutando ferozmente para não baixar as portas e acabou tendo desfecho inimaginável.
Estamos falando da famosa loja Ricardo Eletro, que também é uma grande empresa conhecida em todo o país.
Para quem não sabe, o fundador da Ricardo Eletro deixou a loja beirando a falência. Somente no ano de 2022, a Justiça declarou a falência três vezes, todas posteriormente revertidas.
Qual foi o grande desfecho da Ricardo Eletro?
O fato é que com muita luta, chegando até a ficar 45 dias sem vender nada e com uma dívida de credores reportada na recuperação judicial de R$ 4 bilhões, a Ricardo Eletro teve um grande desfecho em meio a reviravolta.
Com a gestão de Pedro Bianchi, que veio do fundo Startboard, o Grupo Máquina de Vendas, dono da Ricardo Eletro, a loja de móveis vem se recuperando e servindo de exemplo para outras empresas que estavam beirando o fundo do poço.
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Inclusive, atualmente o site da empresa recebe hoje 25 mil visitas mensais, tendo mais de 10 mil em seu e-comerce.
“As Recuperandas abrirão mais 3 lojas físicas imediatamente e que já estão mapeadas e pré-contratadas (além das 2 acima citadas), contratarão novos funcionários”, disse Pedro Bianchi.
E seguiu: “Comprarão mercadorias/estoque e farão o marketing/mídia essenciais para dar o maior alcance para abertura de lojas e do e-commerce, em reforço ao seu compromisso com a recuperação judicial, à maximização de faturamento, e ao concurso de credores”, diz a nota enviada em 18 de janeiro para a 1º Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central da Comarca de São Paulo.