Heraldo Pereira é substituto de Tralli no JN, fazendo parte do rodízio de âncoras da Globo

Coube a Heraldo Pereira encerrar a semana com notícia mais triste de mortes no Jornal Nacional. O jornalista deu o desfecho sobre um “Desastre”, que abalou o mundo.

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“A Justiça da França condenou as empresas Airbus e Air France por homicídio culposo na tragédia que resultou na queda do avião que ia do Rio de Janeiro para Paris em 2009”, disse o jornalista.

Desse modo, Heraldo Pereira chamou a reportagem durante o Jornal Nacional, esclarecendo o desfecho desse episódio trágico.

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A corte condenou as empresas a multas de 225 mil euros, (cerca de R$ 1,3 milhão na cotação atual), o valor máximo para casos de homicídio culposo, aquele em que não há intenção de matar.

HERALDO PEREIRA DÁ DESFECHO SOBRE TRAGÉDIA NO JORNAL NACIONAL?

Sendo assim, a decisão do Tribunal de Apelação de Paris destacou que a Airbus menosprezou problemas com equipamentos e não informou as companhias aéreas como deveria.

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Já a Air France foi acusada de falhas na capacitação profissional dos pilotos. O acidente aconteceu na noite do dia 1º de junho de 2009.

Na época, o voo AF477 saiu do Rio de Janeiro com destino a Paris, mas caiu no meio do Oceano Atlântico poucas horas depois de decolar.

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A tragédia matou 228 pessoas de 33 nacionalidades diferentes, entre elas, 59 brasileiras e 72 francesas. Foi o maior desastre aéreo da história da França.

As caixas-pretas foram encontradas dois anos depois no fundo do mar. As investigações apontaram que houve irregularidade nas sondas Pitot, responsáveis por medir a velocidade do avião.

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Heraldo Pereira no JN (Foto: Reprodução / Globo)
Heraldo Pereira no JN (Foto: Reprodução / Globo)

AFINAL, DECISÃO CAUSA SENTIMENTO DE JUSTIÇA AOS FAMILIARES?

Isso porque o equipamento congelou enquanto realizava o percurso e atravessou por uma área de instabilidade meteorológica. Portanto, acabou transmitindo informações erradas sobre altitude.

A corte de primeira instância da França tinha absolvido as empresas em uma decisão de 2023, a pedido do Ministério Público.

No entanto, o MP mudou de posição, e em novembro de 2025 recorreu da decisão. As empresas negam as acusações e afirmaram que vão recorrer à corte superior da França.

As famílias das vítimas aguardam 17 anos por esta decisão. Apesar do valor considerado simbólico da multa, elas acreditam que uma condenação serve ao menos para fazer Justiça com a dor delas.

A Justiça da França condenou as empresas Airbus e Air France por homicídio (Foto: Reprodução / Globo)
A Justiça da França condenou as empresas Airbus e Air France por homicídio (Foto: Reprodução / Globo)

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