Crime confessado: Mulher assume que matou o próprio namorado e é perseguida por facção em SP
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Mulher confessa assassinato de namorado e vive perseguida por facção devido o crime
Uma mulher confessou ter matado o próprio namorado e começou a ser perseguida por facção por conta do crime. O caso aconteceu em Guarulhos, São Paulo. As informações foram expostas por Luiz Bacci no Cidade Alerta no último dia 21 de novembro.
A mulher, chamada Elisabete, de 39 anos, alegou na entrevista a Record que matou o homem em legítima defesa e ela chegou a ir à delegacia, confessou o crime, e foi liberada logo em seguida. Ela ainda confidenciou, que matou o homem com uma faca, uma vez que ele veio para cima dela e ela agiu em legítima defesa.
Mulher confessa crime e atualmente é perseguida (Foto: Divulgação)
Ela fez questão de destacar que não fez por maldade, além de ter se entregado a polícia por se arrependido. Mas, após o depoimento, ela foi liberada e agora vive com medo. O homem, que se chama Stéfano, e tinha 35 anos, era envolvido com facção e agora, essa facção quer vingar a morte dele.
Além dessa facção, os familiares dele também estão atrás dela. Em conversa com o Cidade Alerta, ela falou que vive com medo de ser morta. Segundo ela, o assassinato ocasionou após eles começaram uma discussão e para se defender, ela usou uma faca. Os dois começaram uma briga e ela acabou desferindo um golpe letal.
Vítima da namorada, já teve passagens pela polícia (Foto: Divulgação)
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O QUE DISSE A OUTRA PARTE DA HISTÓRIA?
Elisabete afirma que a irmã de Stéfano quer vingança e que vai atrás dela para acertar as contas. Além disso, a reportagem esclareceu que a família da vítima acredita que o assassinato não foi em legítima defesa e por esse motivo, eles estão atrás da responsável pela morte.
A reportagem ainda tentou entrar em contato com a família da vítima para esclarecimentos, mas ninguém quis comentar o caso. Agora, a auxiliar de limpeza aguarda na justiça o processo e ela precisa provar que a morte foi apenas para se defender.
Assassinato de homem faz mulher ser perseguida por facção (Foto: Divulgação)