Crise e falência: Banco brasileiro não resistiu, deu adeus definitivo e deixou clientes órfãos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tente não se impactar ao saber detalhes da empresa financeira brasileira, que faliu, causando forte abalo na confiança da população
Sabemos que, com a atual situação econômica e financeira em que se encontra o Brasil e o mundo, grandes empresas e bancos estão enfrentando crises, chegando até mesmo a declarar falência.
Contudo, diante de tudo o que estamos vivendo, nada choca mais do que a história de um banco brasileiro, que não resistiu a crise, deu adeus definitivo e deixou clientes órfãos. Vamos conhecer detalhes de tudo o que aconteceu?
Bom, estamos falando do famoso Banco Popular do Rio Grande do Sul. Para quem não sabe, o Banco Popular do Rio Grande do Sul foi um banco comercial do Rio Grande do Sul fundado em 1919 .
https://youtu.be/U4YiUtg2MEU
O Banco foi fundado especialmente com a missão de ser um banco popular e de fácil acesso. Dito isso, ele foi fundado com a iniciativa católica, do monsenhor Luís Mariano da Rocha, vigário geral da Arquidiocese de Porto Alegre, que era membro do conselho fiscal.
Como o Banco Popular do Rio Grande do Sul faliu?
Contudo, o Banco Popular do Rio Grande do Sul, teve a falta de capitão afetando a empresa, e dessa forma, com a situação gerada pela Crise de 1929, o banco acabou não resistindo e faliu com estardalhaço em 1930.
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De acordo com informações divulgadas sobre o assunto, o pedido de falência da instituição financeira foi apresentado em 16 de abril de 1930, após experimentar uma corrida desenfreada por parte de seus depositantes, depois de rumores de anormalidade quanto à atuação do banco.
Com isso, o adeus definitivo do banco teve uma repercussão profunda no meio bancário local, deixando os seus clientes órfãos e causando forte abalo na confiança da população.
A falência do Banco Popular do Rio Grande do Sul foi a primeira falência de um banco gaúcho, depois de mais de 30 anos da quebra da Casa Bancária Claussen, no século anterior.