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Datena, após quebra pau, revela quem vai voltar para presidente nas próximas eleições e revolta: “Cara macho”

Datena surpreendeu durante transmissão na Band - Foto: Reprodução
Datena surpreendeu durante transmissão na Band – Foto: Reprodução

Datena surpreendeu ao revelar preferência política ao vivo

O apresentador Datena já deixou claro que não tem papas na língua e voltou a roubar a cena ao revelar em quem pode votar nas próximas eleições para a Presidência da República.

Após romper com Jair Bolsonaro (Sem Partido), o jornalista revelou um possível nome de peso para as próximas eleições presidenciais.

Tudo aconteceu quando o apresentador do Brasil Urgente, na Band, exibiu uma matéria especial sobre o auxílio emergencial. Logo depois, ele desceu a lenha em João Dória, governador do estado de São Paulo, que, segundo ele, demorou a criar o auxílio.

Para Datena, a demora se devia ao fato de Dória supostamente estar com medo de ser acusado de estar imitando a atitude do governo federal.

Foi aí que o apresentador usou Alexandre Kalil, prefeito de Belo Horizonte, como um exemplo positivo. “Daqui a pouco eu vou falar com prefeito de Belo Horizonte, que, aliás, se ele fosse candidato a presidente da república, eu votava nele, que é um cara que macho. Falou o que tem que falar, não guarda a língua na boca não. Ele vai falar um monte de verdade que esses políticos tem que ouvir. Você entendeu? Esse é o grande detalhe”, afirmou Datena.

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Datena roubou a cena ao vivo na Band durante mais uma edição do Brasil Urgente (Foto: Reprodução)

Crítica a Bolsonaro

Datena criticou a demora do governo de Jair Bolsonaro para comprar novas doses da vacina contra a Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus e não poupou críticas.

“Nós demoramos demais para comprar vacinas. Por que o Ministério da Saúde não comprou antes? Não adianta anunciar 538 milhões de doses porque não tem vacina pra comprar. Adianta comprar agora? Por que não comprou lá atrás? Por que não comprou em novembro?”, disparou o apresentador, ao vivo.

Datena continuou seu desabafo: “O auxílio emergencial que ele propôs na primeira onda foi de R$ 200 e não tinha nem inflação, nem o dólar estava nesse preço de hoje. Agora, ele propôs R$ 250 e a câmara (dos deputados), ao invés da outra vez forçar a barra, agora é base do governo. Paulo Guedes mandou fazer porque não queria que houvesse a oposição dentro da câmera”, analisou o jornalista.

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Sobre o autor

Raquel Souza