Fechamento de agências, demissões em massa, tombo de meio bilhão e +: 4 viradas estão afundando o Bradesco
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tente não se impactar ao saber detalhes sobre as quatro viradas que estão afundando a empresa
No Brasil, podemos contar com grandes bancos que estão disponíveis 24h por dia para melhor atender todos os seus clientes. Dentre os maiores, sem dúvidas, podemos citar o Bradesco.
Contudo, com direito a fechamento de agências, demissões em massa, tombo de meio bilhão e mais, vocês saberão agora detalhes sobre quatro viradas que estão afundando o Bradesco. Vamos conferir?
Bradesco (Reprodução/Internet)
Bradesco (Reprodução/Internet)
Bradesco (Reprodução/Internet)
Bom, de acordo com informações do portal Folha de São Paulo, em nova divulgada em novembro deste ano, o Bradesco lucrou R$ 4,6 bilhões no terceiro trimestre deste ano, 11,5% a menos do que no mesmo período de 2022.
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Sendo assim, o resultado é menor do que o esperado pelo mercado. A previsão média de analistas era de lucro de R$ 4,68 bilhões, com base em dados da LSEG (London Stock Exchange Group).
Em suma, o Bradesco caiu 11,5% no terceiro trimestre, para R$ 4,6 bilhões. Um verdadeiro tombo, afinal, essa queda de 11% no lucro dá R$ 500 milhões a menos no faturamento deles. Não é uma crise tão imensa, mas já liga um alerta.
De acordo com informações do portal Bancários Rio, em nota divulgada no início de dezembro, o Sindicato dos Bancários do Rio realizou uma atividade em protesto contra a prática do Bradesco de extinguir agências físicas, demitir em massa e sobrecarregar os funcionários que continuam trabalhando e estão adoecendo em função da imposição de metas desumanas.
As informações dão conta de que a manifestação teve por objetivo também, continuar a denunciar à sociedade o desrespeito do banco com clientes e usuários. A segunda maior instituição financeira privada do Brasil tem feito o que pode para impedir o atendimento presencial nos caixas das unidades físicas.
O que aconteceu com o Bradesco?
“Quanto mais os bancos fecham agências e demitem bancários, maior é a sobrecarga para os funcionários que continuam trabalhando e o atendimento à população fica ainda pior. Vamos cobrar do novo presidente da instituição, o executivo Marcelo Noronha, o fim das demissões e melhores condições de trabalho, mais saúde e menos metas. O sistema financeiro tem que ter responsabilidade social”, explicou o diretor executivo da Secretaria de Bancos Privados do Sindicato e coordenador no Rio do coletivo de trabalhadores do Bradesco, Geraldo Ferraz.
“Estamos há mais de dois anos realizando manifestações e vamos continuar protestando. Além disso, nosso Departamento Jurídico está atento para entrar na Justiça Trabalhista e reverter dispensas irregulares”, disse o dirigente sindical Leuver Ludolff, representante da COE (Comissão de Organização dos Empregados). O presidente do Sindicato José Ferreira, que participou do ato, lembrou que “o Sindicato está à disposição da categoria na luta em defesa do emprego e contra a pressão e o assédio moral impostos para o atingimento de metas”. Kátia Branco, vice-presidente da entidade, também esteve na atividade.
Por fim, de acordo com informações do portal O Tempo, o Bradesco já fechou 20% das agências em Minas Gerais apenas neste ano. Segundo um levantamento do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região, o banco tinha 101 agências no Estado, mas decidiu encerrar 21 em 2023, sobrando 80.
É válido falar que ainda neste ano, o Bradesco também fechou outras agências em locais importantes de BH como na rua Niquelina, no bairro Santa Efigênia; na rua Alagoas e na avenida do Contorno, no Funcionários; e na avenida Barão Homem de Melo, no Nova Granada.