Deus Salve o Rei Novelas

Diretor da Globo comemora Deus Salve o Rei: “Foi a realização de um grande sonho”

Afonso (Romulo Estrela) e Amália (Marina Ruy Barbosa) em cena do casamento em Deus Salve o Rei (Foto: Globo/Estevam Avellar)
Afonso (Romulo Estrela) e Amália (Marina Ruy Barbosa) em cena do casamento em Deus Salve o Rei
(Foto: Globo/Estevam Avellar)

Diretor artístico de Deus Salve o Rei, novela das sete da Globo, Fabrício Mamberti comemorou a trama – que está nos últimos capítulos – e disse que é a realização de “um grande sonho”.

Foram mais de 250 dias de gravação, dezenas de roteiros, e mais de 170 capítulos. Um longa jornada, com muitas batalhas, castelos, feitiços, bruxas, príncipes, rainhas e vilões. Uma trama que contou com diversos efeitos visuais, especialmente a extensão cenográfica, um recurso em 3D que “completou” o cenário real da cidade cenográfica e do estúdio de Deus Salve o Rei. Praticamente todas as cenas tiveram inserção de computação gráfica.

“Foi a realização de um grande sonho. Olhando pra trás, vemos como valeu a pena um planejamento tão minucioso, o tempo para as pesquisas, a extensa preparação. É sem dúvida um projeto que vai deixar saudade”, avalia o diretor artístico Fabrício Mamberti.

O diretor Fabrício Mamberti (Foto: Globo/Estevam Avellar)
Fabrício Mamberti, diretor artístico de Deus Salve o Rei
(Foto: Globo/Estevam Avellar)

+ Bruna Marquezine desabafa após vilã criticada: “Foi um processo difícil”

Ao longo desta ficção medieval, a trajetória do amor de Afonso (Romulo Estrela) e Amália (Marina Ruy Barbosa) se entrelaçou com a ganância de Catarina (Bruna Marquezine) e a desajeitada sede de poder de Rodolfo (Johnny Massaro) que, uma vez no trono, não queria mais deixar de ser rei. Catarina fez de tudo para ter cada vez mais poder e não poupou nem mesmo o pai, Augusto (Marco Nanini). A única coisa capaz de atrapalhar a rainha de Artena foi a paixão que nutriu por Afonso.

O caminho de Afonso de volta ao trono, com o apoio do povo, culminou numa guerra particular entre os irmãos. Rodolfo virou uma marionete nas mãos de Catarina, que jamais se conformou que uma plebeia conseguisse conquistar o coração do rei de Montemor. Amália, o oposto da rainha, se manteve firme, determinada, guerreira, sempre lutando pela reconstrução dos reinos destruídos por Catarina. Mesmo assim, não foi reconhecida pelo Conselho de Cália para casar-se oficialmente com Afonso.

Diante desta trajetória, muitos foram os aliados e mais ainda os inimigos, como o Rei de Lastrilha, Otávio (Alexandre Borges), que sonhava em ter cada vez mais poder. As escolhas de cada um nesse jogo foram determinantes para o futuro de cada reino.

Agora, depois da longa jornada, Montemor e Artena voltam a viver em paz, com monarcas justos e sábios. O amor genuíno do rei de Montemor por Amália (Marina Ruy Barbosa) finalmente será coroado e reconhecido entre nobres e plebeus. E os vilões… também vão colher os frutos de suas escolhas.

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