Dívida de R$100M: Fim de rede de hotéis popular no Rio de Janeiro, RJ, é decretado em 2025 e turistas choram

Dívida de R$100M leva ao fim de rede de hotéis popular no Rio de Janeiro em 2025, deixando turistas desolados

27/03/2025 19:45

3 min

Rede de hotéis fechada - Dívida - Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)
Rede de hotéis fechada - Dívida - Rio de Janeiro (Foto: Reproduç...
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O adeus de uma das redes de hotéis mais tradicionais do Rio de Janei ro, que atendia turistas e cariocas, marca o fim de um capítulo importante na história do turismo local.

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Com uma dívida milionária de R$100 milhões, a empresa viu suas operações serem oficialmente encerradas em 2025, deixando um rastro de desilusão entre frequentadores e funcionários.

O TV Foco, a partir do seu time de especialistas e das informações do portal Mercado e Eventos, detalha agora o triste fim da rede de hotéis Selina no Brasil.

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Rede de hotéis Selina

​A Selina, conhecida rede de hotéis voltada para nômades digitais e jovens viajantes, encerrou suas operações no Brasil em fevereiro de 2025, após sete anos de atividade no país.

Prédio da Rede de hotéis Selina no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)
Prédio da Rede de hotéis Selina no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)

O fechamento das unidades resultou em uma dívida superior a R$ 100 milhões, afetando funcionários, fornecedores e investidores. ​

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A empresa operava sob um modelo de arrendamento, mas não conseguiu cumprir suas obrigações financeiras, incluindo pagamentos de aluguéis, impostos e títulos emitidos para financiar suas atividades no Brasil.

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Dívidas

Entre os credores, destaca-se a Valora Investimentos, que adquiriu a gestora Mogno Capital em maio de 2023 e herdou os passivos da Selina. ​

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Hotel Selina Lapa (Foto: Reprodução)
Hotel Selina Lapa (Foto: Reprodução)

Em 2022, a Selina abriu capital na bolsa de Nova York por meio de um SPAC. Contudo essa estratégia não impediu o agravamento de sua crise financeira.

Em agosto de 2024, a Collective Hospitality comprou os ativos globais da Selina, mantendo apenas as unidades de Copacabana e Lapa, no Rio de Janeiro, no Brasil. ​

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A inadimplência da Selina afetou diretamente fundos imobiliários, como o MGHT11, que notificou a rede devido à falta de pagamento e solicitou a desocupação dos imóveis.

Por fim, a inadimplência resultou na suspensão da distribuição de dividendos do fundo desde agosto de 2024. ​

O que aconteceu com o outros hotéis da rede?

Em Florianópolis, a propriedade da Selina será convertida em um condomínio de luxo. As unidades de Búzios e Vila Madalena, em São Paulo, serão reabertas sob a marca Handwritten Collection, da Accor.

A unidade de Búzios já foi assinada, e a de Vila Madalena está em fase final de negociação.

O encerramento das operações da Selina no Brasil reflete o colapso financeiro da empresa, que retirou suas ações da bolsa de Nova York em 2024.

Hotel Selina Lapa (Foto: Reprodução)
Hotel Selina Lapa (Foto: Reprodução)

Porém, os funcionários receberam indenização, encerrando um ciclo de incertezas para a equipe, apesar do impacto sobre fornecedores e proprietários de imóveis.

CONCLUSÃO 

Por fim, a saída da Selina do mercado brasileiro evidencia os desafios enfrentados por empresas que buscam expandir rapidamente sem uma estrutura financeira sólida.

Contudo, o episódio ressalta a importância de estratégias de crescimento sustentáveis e da necessidade de adaptação às particularidades do mercado local. Para assim evitar consequências financeiras negativas.

Veja também matéria especial sobre: Dívida de R$ 870M e funcionários na rua: A falência de loja n°1 de Fortaleza, CE, rival das Casas Bahia.

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Wellington Silva é redator com experiência em produção de conteúdo digital voltado para celebridades, reality shows e entretenimento. Atua na cobertura de famosos, televisão, música e futebol, sempre com foco em organizar informações, analisar diferentes fontes e entregar conteúdos claros e atualizados para um grande volume de leitores. Atualmente, integra o time do site TV Foco, onde também participa da distribuição estratégica das matérias em plataformas digitais. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Ciência da Computação na FIAP, Wellington combina conhecimento em tecnologia com prática em análise e organização de dados. Desenvolve habilidades em lógica de programação, Python e estruturação de informações, aplicando esse olhar analítico no tratamento de conteúdos e identificação de padrões no ambiente digital. Seu trabalho se destaca pela atenção aos detalhes, agilidade e capacidade de lidar com múltiplas demandas, sempre buscando qualidade na informação e boa experiência para o público. Contato: @ueellitu