Dívida de R$1,7B: Jornal da Globo comunica falência de gigante da comunicação no Brasil e alerta clientes

Crise sem precedentes abala gigante da comunicação brasileira após dívida de 1,7 bilhão e Jornal da Globo confirma a falência

11/11/2025 21:30

3 min

Falência - (Foto: Reprodução)
Falência - (Foto: Reprodução)
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Crise sem precedentes abala gigante da comunicação brasileira após dívida de 1,7 bilhão e Jornal da Globo confirma a falência

A decisão que decretou a falência da Oi encerra um dos capítulos mais turbulentos da história recente das telecomunicações no Brasil. Segundo divulgado pelo Jornal Nacional, a operadora, que já foi uma das maiores do país, acumulava dívidas que ultrapassavam R$ 1,7 bilhão e receitas mensais em torno de R$ 200 milhões.

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Porém, a juíza responsável pelo caso, da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, afirmou que a empresa estava “tecnicamente falida”. No entanto, essa conclusão chegou após anos de tentativas frustradas de recuperação judicial e negociações com credores que já pareciam esgotadas.

Justiça decretou falência da OI (Foto: Reprodução)
Justiça decretou falência da OI (Foto: Reprodução)

A Oi não era uma companhia qualquer. A estrutura da operadora sustentava partes importantes da infraestrutura do país, como o tráfego aéreo, as redes de emergência e o suporte técnico a órgãos públicos.

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Além disso, o governo acompanhou o caso de perto e buscou alternativas para garantir que serviços essenciais não parassem. O Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, conhecido como Cindacta, utilizava a rede da Oi para parte das comunicações entre aeronaves e bases militares. Por isso, técnicos da Anatel e do Ministério das Comunicações entraram em ação imediatamente para evitar qualquer risco de interrupção.

Os clientes comuns, no entanto, sentiram mais confusão do que pânico. Desde 2022, a Oi já havia vendido sua operação de telefonia móvel para as operadoras Vivo, Claro e TIM. Isso reduziu parte dos impactos diretos da falência.

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No entanto, a rede de fibra óptica, por outro lado, passou para o controle da V.tal, que agora opera sob o nome comercial Nio. A mudança permitiu que milhões de usuários continuassem conectados sem notar grandes alterações no serviço.

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Como fica os clientes da Oi após a falência?

O problema maior atinge quem ainda depende da telefonia fixa. Em muitas cidades pequenas, a Oi continua sendo a única prestadora. A Justiça determinou que a empresa mantenha esses serviços até que uma nova operadora assuma as operações. Além disso, a Anatel também acompanha cada passo dessa transição e promete agir caso ocorra qualquer interrupção.

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O governo tenta garantir estabilidade. Fontes do Ministério das Comunicações informaram que a Claro assumirá temporariamente parte dos contratos ligados ao controle aéreo. Essa medida busca impedir falhas no sistema do Cindacta, considerado vital para a segurança nacional. As linhas de emergência, como 190, 192 e 193, também seguem funcionando, embora ainda dependam de ajustes técnicos.

A Caixa Econômica Federal confirmou que as redes das lotéricas continuam ativas. Os técnicos afirmaram que as conexões migrarão para outra infraestrutura em breve. Esse processo deve ocorrer de forma gradual, sem prejuízo para os apostadores ou para o sistema bancário.

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Por fim, apesar das garantias, o clima é de incerteza. Ninguém sabe ao certo quando o processo de liquidação dos ativos será concluído. Muitos contratos ainda estão em análise. Empresas e órgãos públicos que usavam a rede da Oi já procuram alternativas para evitar surpresas.

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Wellington Silva é redator com experiência em produção de conteúdo digital voltado para celebridades, reality shows e entretenimento. Atua na cobertura de famosos, televisão, música e futebol, sempre com foco em organizar informações, analisar diferentes fontes e entregar conteúdos claros e atualizados para um grande volume de leitores. Atualmente, integra o time do site TV Foco, onde também participa da distribuição estratégica das matérias em plataformas digitais. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Ciência da Computação na FIAP, Wellington combina conhecimento em tecnologia com prática em análise e organização de dados. Desenvolve habilidades em lógica de programação, Python e estruturação de informações, aplicando esse olhar analítico no tratamento de conteúdos e identificação de padrões no ambiente digital. Seu trabalho se destaca pela atenção aos detalhes, agilidade e capacidade de lidar com múltiplas demandas, sempre buscando qualidade na informação e boa experiência para o público. Contato: @ueellitu